familiatavaresdelima@bol.com.br
familiatavaresdelima@yahoo.com
Os pais de Ana Álvares dos Prazeres eram: Joaquim José Alvares e Luíza Francisca de Jesus e os pais de Manoel Tavares de Lima eram: José Tavares de Lima e Joaquina Maria da Conceição.
Josepha nasceu em 27/11/1869 em Vitória de Santo Antão PE e faleceu em 14/12/1946, aos 77 anos de idade em Recife PE. Casou-se com Francisco Tavares de Lima, "Pai Xi" em 27/11/1884 no Engenho Barra, em Pirituba PE.
Francisco "Pai Xi" era filho de José Tavares de Lima (1820 - 1905) e Isabel Senhorinha da Trindade. Cronologicamente, Francisco Tavares de Lima nasceu em 08/12/1863, período em que a família residia nos engenhos de São Lourenço da Mata PE.
Diante disso, a compreensão de seu nascimento reconecta-se diretamente com os dados posteriores da família. Como os irmãos seguintes nasceram ao longo da década de 1860, o casal José Tavares de Lima e Izabel Senhorinha da Trindade se estabeleceu de forma mais documentada nesse período.
A descoberta dessa data exata foi fruto de um trabalho de cruzamento de dados. O ano foi estimado a partir da idade declarada por Francisco no nascimento de seus próprios filhos. Já o dia e o mês foram confirmados por meio de uma nota encontrada na Hemeroteca Digital, que noticiava o seu aniversário na data de 8 de dezembro, permitindo a montagem completa desse elo familiar.
Acervo Hemeroteca Digital Brasileira / Biblioteca Nacional.
Nas brumas do passado de Vitória de Santo Antão, precisamente no dia 27 de novembro de 1884, as portas do casarão do Engenho Barra, em Pirituba, abriram-se para uma cerimônia íntima e carregada de significados. Diante do altar de um oratório privado, o jovem Francisco Tavares de Lima (então com 19 anos) e a jovem Josepha Álvares de Lima (com apenas 14 anos) trocavam alianças.
Para quem olhava de fora parecia apenas mais um casamento tradicional entre as famílias que comandavam as terras de cana de açúcar na Zona da Mata pernambucana. Mas os bastidores desse matrimônio escondiam uma curiosidade genealógica fascinante, digna dos grandes romances de época: Francisco e Josepha eram, além de marido e mulher, tio e sobrinha!
Uma árvore genealógica entrelaçada.
Para compreender essa teia familiar, precisamos olhar para o patriarca da família, o Sr. José Tavares de Lima (1820–1905). Homem forte na região, agricultor e comerciante, José casou-se três vezes ao longo de sua longa vida de 85 anos.
Do seu primeiro casamento, com Joaquina Maria da Conceição na década de 1840, nasceu o primogênito: o Major Manoel Tavares de Lima (que anos mais tarde viria a ser prefeito de Vitória de Santo Antão, entre 1901 e 1904). O Major Manoel foi o pai da nossa noiva, Josepha.
Do seu segundo casamento, com Izabel Senhorinha da Trindade na década de 1850, nasceu o nosso noivo, Francisco.
Portanto, o Major Manoel era meio-irmão mais velho de Francisco. Sendo Josepha filha do Major Manoel, o jovem Francisco era, por direito de sangue, meio tio biológico de sua própria noiva!
No século XIX, casamentos entre parentes tão próximos, chamados de consanguíneos, eram muito comuns entre as elites agrárias. Serviam, na maioria das vezes, para manter as propriedades, terras e engenhos dentro do mesmo núcleo familiar.
No entanto, a Igreja Católica impunha regras rígidas. Para que o casamento acontecesse, a família precisou mover um processo especial de dispensa de impedimento de consanguinidade junto às autoridades eclesiásticas em Recife, provando que a união era consensual e benéfica para ambas as partes.
A escolha de realizar a cerimônia no oratório privado do Engenho Barra, e notadamente não na imponente Matriz de Nossa Senhora do Livramento, no centro da cidade, não foi por acaso. Além de ser uma demonstração de status e poder da família, celebrar o matrimônio dentro das terras do engenho preservava a intimidade do casal, evitando o falatório da sociedade da época sobre o casamento entre tio e sobrinha.
O legado dos Tavares de Lima.
Anos mais tarde, na década de 1930, esse mesmo Francisco Tavares de Lima estaria no coração de Vitória de Santo Antão, gerenciando o movimentado Hotel dos Viajantes no icônico sobradão da Praça Leão Coroado, prédio que depois viria a abrigar o tradicional Ginásio da Vitória.
Aquela tarde de novembro de 1884, no silêncio do Engenho Barra, não deu início apenas a um casamento. Deu continuidade a uma das linhagens mais influentes, políticas e fascinantes da história de Vitória de Santo Antão. Uma união onde o amor e o sangue caminharam lado a lado.
Filhos do casal Josepha e Francisco (13 filhos):
Severina Tavares de Lima, Maria José Tavares de Lima, Hercíllia Tavares de Lima, Izabel Tavares de Lima, Boaventura Tavares de Lima, Theolinda Tavares de Lima, Ana Tavares de Lima, José Tavares de Lima Neto, João Chrysóstomo Tavares de Lima, Esther Tavares de Lima, Edith Álvares Tavares de Lima, Miguel Tavares de Lima e Aurino Tavares de Lima.
Fonte: Coluna Álbum Elegante, Jornal Pequeno, Recife,
No dia 27 de novembro de 1934, o Coronel Francisco Tavares de Lima e sua esposa, Dona Josepha Alvares Tavares, celebraram uma marca histórica e emocionante: suas bodas de ouro. Para comemorar os 50 anos de união, o casal reuniu parentes e amigos às 8 horas da manhã para uma missa solene na Matriz da Paz, no bairro de Afogados, em Recife, oficializada pelo Frei Mathias Teves.
A união exemplar do casal gerou uma grande e próspera família, composta por 10 filhos que ocupavam posições de destaque na sociedade da época, além de 30 netos e 3 bisnetos. Entre os filhos citados na reportagem do Jornal Pequeno estavam:
Dr. Boaventura Tavares de Lima (fiscal do consumo no Estado); José Luiz Tavares de Lima (ex-colector federal no Estado); Miguel Tavares de Lima (fiscal do consumo em Santa Catarina); Aurino Tavares de Lima (comerciante nesta praça); João Tavares de Lima (comerciante nesta praça); Dona Severina Tavares do Rego Barros (viúva do Dr. Possidonio do Rego Barros); Dona Maria José Tavares Moreira (esposa do funcionário aduaneiro Walfrido Moreira Dias); Maria Isabel Tavares de Carvalho Lima (esposa do Dr. Diomedes de Carvalho Lima, fiscal do consumo); Dona Theolinda Tavares de Lima (casada com o Dr. Matheus de Lima); e Dona Edith Tavares Ferreira (esposa do Sr. Manoel Alves Ferreira, negociante nesta praça).
Fazendo uma correção: a família Tavares de Lima teve 13 filhos, mas apenas 10 são detalhados no jornal da época, faltando a inclusão de três filhas: Ana Sotero, que faleceu 2 anos antes das bodas de ouro dos seus pais; Esther, que faleceu ainda pequena aos 5 anos de idade; e Hercília que, diante da ausência de registros posteriores de casamento ou vida adulta nos arquivos paroquiais e civis da região, tudo indica que tenha falecido ainda bebê ou na infância.
Registro histórico original de 1934 (acima) e versão ilustrada e colorizada digitalmente por inteligência artificial (abaixo). Nota do autor: a colorização ajuda a trazer vida às cores da época, embora a tecnologia modifique levemente as feições originais de alguns membros da família.
Registro histórico: a missa de 7º dia de Francisco Tavares de Lima (1959)
No dia 7 de fevereiro de 1959, o jornal Diário de Pernambuco (Ano 134, Edição nº 32) divulgou o convite para a missa de 7º dia do falecimento de nosso patriarca, Francisco Tavares de Lima. O anúncio informava que a cerimônia seria realizada às 8 horas daquele mesmo sábado, na Matriz de Santo Antônio, em Vitória de Santo Antão. Esse registro histórico é uma verdadeira relíquia para a nossa genealogia, pois cita nominalmente grande parte da nossa família na época:
Francisco Tavares de Lima. 7.º dia
As famílias Boaventura Tavares de Lima, José Tavares de Lima, Miguel Tavares de Lima (ausente), Aurino Tavares de Lima (ausente), viúva João Tavares de Lima (ausente), viúva Possidônio do Rêgo Barros, viúva Walfrido Moreira Dias, viúva Diomedes de Carvalho Lima, Alfredo Sotero de Farias, Dr. José Mateus de Lima, Manoel Alves Ferreira, João e Luiz Andrade, Dr. Vinicius Moreira Dias (ausente), Darcy de Carvalho Lima (ausente), Dirceu Carvalho Lima, Hélio Tavares, Alcy, Alcindo, Amaury e Aldo Sotero, Dr. Carlos Alberto Mateus de Lima, Carlos Ferreira (ausente), Francisco de Assis, Romeu e Abimael Tavares de Lima, Geraldo, Eduardo e Homero Tavares de Lima, convidam seus parentes e amigos para às missas de 7.º dia que, em sufrágio da alma de seu pranteado pai, sogro, avô, bisavô e trisavô, Francisco Tavares de Lima, mandam celebrar, às 8 horas de sábado, 7 do corrente, na Matriz de Santo Antônio.
Antecipadamente agradecem aos que comparecerem a esse ato de piedade cristã."(Fonte: Acervo Hemeroteca Digital Brasileira / Biblioteca Nacional).
Acima: Fotografia original em preto e branco de Severina Tavares de Lima, acompanhada por sua irmã Theolinda Tavares de Lima. Abaixo: Recriação digital utilizando ferramentas de inteligência artificial para nitidez das feições originais das irmãs. O uso da tecnologia nos ajuda a documentar e preservar a memória histórica da família Tavares de Lima em Vitória de Santo Antão.
Severina Tavares de Lima nasceu em 25/02/1886 e foi batizada em Vitória de Santo Antão PE, tendo como padrinhos seus avós: Manoel Tavares de Lima e Anna Alvares dos Prazeres.
Na mesma cidade natal, ela se casou com o advogado Possidônio Ponce do Rego Barros, filho de Joaquim Francisco Gallindo e Josepha Delphina de Barros. Após o matrimônio, ela passou a assinar como Severina Tavares do Rego Barros.
Possidônio teve uma carreira de destaque na política local, atuando como prefeito do município de Gravatá (PE) entre os anos de 1914 e 1916.
A trajetória do casal foi marcada por uma despedida precoce. Possidônio faleceu ainda jovem, na residência de seu sogro, Francisco Tavares de Lima, localizada no bairro de Afogados, em Recife. Anos mais tarde, Severina também partiu na capital pernambucana, no dia 01/11/1966 deixando como legado sua história, sem deixar descendentes.
Acervo Hemeroteca Digital Brasileira / Biblioteca Nacional.
No tempo dos coronéis: o adeus ao Dr. Possidônio Ponce do Rego Barros em 1923.
Naquela época, o prestígio de uma família se media pelo respeito, pela palavra e pelas alianças. Ser advogado na cidade significava ser a voz da lei e da ordem em uma sociedade que fervilhava entre a tradição e o progresso. Era esse o cotidiano do Dr. Possidônio Ponce do Rego Barros.
Possidônio não era um homem qualquer. Ele cruzava a região deixando sua marca; havia liderado a política e governado a vizinha Gravatá. Mas o destino cobra seu preço cedo, e aos 44 anos, a saúde do dinâmico advogado fraquejou. Nesses momentos difíceis da República Velha, quando as forças se esgotavam, o porto seguro de um homem era a sua família de aliança.
O Coronel Francisco Tavares de Lima não era apenas o pai de Dona Severina, esposa de Possidônio; ele era o patriarca, o homem de posses e de proteção. Quando o genro adoeceu, as portas da imponente residência do coronel, no tradicional bairro de Afogados, em Recife, se abriram.
Naquela época, falecer na casa do sogro era o reflexo máximo do amparo familiar, um sinal de que, até o último suspiro, Possidônio esteve cercado pela honra, pelo cuidado e pelo teto de uma das linhagens mais respeitadas da região.
Acervo Hemeroteca Digital Brasileira / Biblioteca Nacional.
Para os leitores compreenderem a evolução urbana e o prestígio da família, a imagem acima reconstrói a atmosfera da Rua 15 de Novembro na próspera cidade de Gravatá no ano de 1925. Este era o cenário que materializava o trabalho e as políticas do Coronel Possidônio Ponce do Rego Barros, influente líder que administrou o município como prefeito entre os anos de 1914 e 1916.
O companheiro de Severina Tavares de Lima havia falecido dois anos antes, em 1923, e esta fotografia histórica, resgatada da coluna "A Revista dos Municípios" da antiga Revista de Pernambuco, funciona como um mergulho nostálgico na paisagem de terra batida e casarões que eternizaram o legado do genro de Francisco Tavares de Lima e Josepha Álvares Tavares de Lima no Agreste.
Maria José nasceu em 07/02/1887 em Vitória de Santo Antão PE e seu batismo foi celebrado pelo Padre Galdino José Soares Pimentel na capela de Pombos, em Pernambuco, tendo como padrinhos os amigos da família Manoel Bezerra de Mello e Maria Thereza de Mello. Após uma longa vida, ela faleceu no dia 29/01/1978 no Rio de Janeiro.
Ao longo de sua jornada, construiu duas uniões. Seu primeiro matrimônio foi em Vitória de Santo Antão com Manoel José de Andrade, que já era viúvo e filho do Tenente José Gomes de Andrade com Lina Lucena de Andrade.
Essa primeira fase familiar foi marcada por perdas profundas e precoces. No início da década de 1910, a filha do casal, Josepha Enedina de Souza de Andrade, faleceu com apenas 18 anos de idade na residência do avô paterno, em Pombos. Poucos anos depois, antes de acabar aquela mesma década, Maria José também se despediu de seu marido Manoel José, que partiu em Vitória de Santo Antão.
Acervo Hemeroteca Digital Brasileira / Biblioteca Nacional.
Se você pudesse voltar no tempo e caminhar pela Vitória de Santo Antão de 1910, o seu destino certeiro para as compras do dia a dia seria a Rua da Imperatriz, número 22. Era ali que funcionava a icônica Padaria e Refinaria Tavares, de propriedade de Francisco Tavares de Lima.
Mais do que um simples comércio, o anúncio publicado no jornal O Lidador daquele ano deixava claro: tratava-se do "maior e melhor estabelecimento d'esta localidade".
O local impressionava pela variedade. Em uma época em que o comércio local precisava ser autossuficiente, a casa dos Tavares oferecia desde refinaria de açúcar própria e padaria impecável em higiene, até um estoque permanente de álcool, aguardente, vinhos finos, cognacs e queijos.
Para além da mesa, o espaço funcionava como um verdadeiro "home center" do início do século passado, vendendo cal de Lisboa, cimento, tintas e ferragens. Tudo com a promessa de "preços módicos ao alcance de qualquer bolso".
Para além das mercadorias, o grande diferencial do negócio estava na gestão e no atendimento, que cruzava fronteiras para além de Vitória. Como o comércio no centro exigia mobilidade, Francisco Tavares de Lima contava com um braço direito fundamental na família: seu genro, o Sr. Manoel José de Andrade.
Manoel não era apenas parte da família; ele era o gerente e representante oficial da firma. Todos os meses, ele viajava a trabalho até a cidade de Pesqueira para atender aos clientes e expandir os negócios da casa.
O anúncio de 1910 fazia questão de dar total autonomia e destacar a total confiança do sogro em sua figura, avisando aos "dignos fregueses" que poderiam entender-se e fechar qualquer negócio diretamente com ele.
Esse recorte da Hemeroteca Digital nos mostra não apenas a força comercial da família Tavares de Lima em Vitória de Santo Antão, mas como os laços de família e de confiança mútua moldaram o desenvolvimento econômico de nossa região há mais de um século.
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------
A cerimônia civil teve lugar às 4 horas da tarde na residência do noivo, e o ato religioso efectuou-se às 7 horas e meia da noite na Igreja Matriz, tendo como padrinhos de destaque o juiz de direito da comarca, Dr. Primitivo de Miranda Souza Gomes, e sua exma. esposa, Dona Marianna de Souza Gomes.
Após o ato religioso, uma esplendorosa festa com um opulento e fartíssimo banquete esperava os noivos e os inúmeros convidados da elite local na residência do pai da na noiva.
A celebração contou com uma grande variedade de iguarias e finas bebidas sob o brilho de luzes e cristais, seguida por danças animadas que se estenderam até o dia seguinte.
A gentileza e o cavalheirismo do Capitão Francisco Tavares e sua exma. família deixaram gratas impressões em todos os presentes, que desejaram aos recém-casados prolongados dias de verdadeira felicidade.
Após o encerramento desse primeiro ciclo, a trajetória de Maria José ganhou um novo e feliz capítulo na capital pernambucana. Mais tarde, em Recife, ela uniu-se em segundas núpcias com Walfrido Moreira Dias, que também era viúvo.
Desse matrimônio nasceu o filho do casal, Vinícius Moreira Dias, no final dos anos 1920, em Recife. Seu batismo aconteceu na Matriz de Nossa Senhora de Belém, conduzido pelo vigário João Pereira de Araújo Pedrosa. Para esse momento especial, os escolhidos como padrinhos foram seus tios, José Matheos de Lima e Theolinda Tavares de Lima.
Vinícius casou-se com sua prima Vilma, filha de Aurino e Isabel com quem teve filhos, e posteriormente Vinícius casou-se mais uma vez, deixando também descendentes dessa nova união. Vinícius faleceu no Rio de Janeiro em meados dos anos 2000.
Segundo casamento: passou a se chamar Maria José Tavares Moreira Dias.
Maria Luiza Tavares de Andrade nasceu em Vitória de Santo Antão no decorrer dos anos 1900. Mais tarde, ela se casou com Humberto Rosado de Oliveira, que era cunhado de Boaventura Tavares de Lima, passando a assinar como Maria Luiza Andrade Rosado de Oliveira. O casal se estabeleceu no Rio de Janeiro, onde Humberto faleceu no início da década de 1960. Maria Luiza se despediu da família no final dos anos 1980, também em solo carioca.
Desse matrimônio nasceram dois filhos:
Eliane Andrade Rosado de Oliveira chegou ao mundo em Recife no final dos anos 1930. Seu batismo na capital pernambucana foi conduzido pelo Padre Francisco Salles, e para esse momento especial foram escolhidos como padrinhos sua avó, Maria José Tavares Moreira Dias, junto de seu segundo marido, Walfrido Moreira Dias.
Sergio de Andrade Rosado de Oliveira nasceu no final da década de 1930, no Rio de Janeiro. Anos mais tarde, ele se casou em Olinda com Alda Rosa Lino de Souza Canto. A união deles deu continuidade à linhagem com os filhos Sérgio de Andrade Rosado de Oliveira, Rogério Canto de Andrade Rosado e Luciana Canto de Andrade, que posteriormente se casou com Enrico Vieira Machado.
Após o matrimônio, sua esposa passou a assinar como Zélia Leitão de Andrade. O casal compartilhou uma longa jornada na capital pernambucana, até que João Firmo partiu em meados dos anos 1980. Pouco tempo depois, no início da década de 1990, Zélia também faleceu em Recife, deixando saudades e uma história de união.
Paulo Fernando Leitão de Andrade nasceu em Recife no início dos anos 1930 e construiu sua jornada na capital pernambucana, onde também faleceu no começo dos anos 2000.
Em seu primeiro matrimônio, casou-se com Maria de Lourdes Soares Jófili, com quem teve os filhos Paulo Fernando Leitão de Andrade Júnior, Ana Paula Jófili de Andrade e Ana Virgínia Jófili de Andrade, esta última passou a assinar Ana Virgínia Kato após seu casamento com Ronald Chiaki Kato. Mais tarde, Paulo Fernando casou-se pela segunda vez com Lúcia Bezerra de Melo, união da qual nasceram Ana Lúcia Bezerra de Melo Andrade e Pedro Henrique Bezerra de Melo Andrade.
Luiz Augusto Leitão de Andrade chegou ao mundo em Recife em meados da década de 1930. Seu registro civil contou com o testemunho de Aurino Tavares de Lima e Messias Tavares Cavalcanti Ferraz, enquanto seu batismo foi celebrado em Afogados da Ingazeira pelo Padre Luis de Gonzaga, tendo como padrinhos Antônio Alves Pimentel e Maria da Glória Pimentel. Luiz Augusto faleceu em São Paulo no início da década de 2000. Ele foi casado com Diva Tommasini Carraro, com quem teve as filhas Patricia Carraro de Andrade e Fernanda Carraro de Andrade.
Margarida Maria Leitão de Andrade, conhecida carinhosamente como "Margot", nasceu em Recife em meados dos anos 1930 e faleceu na mesma cidade no início da década de 2010. Graduada em Biblioteconomia pela Universidade Federal de Pernambuco, Margot teve uma trajetória marcante também no esporte e no lazer: foi a primeira capitã da flotilha de Optimist do Estado e a primeira mulher a ser conselheira do Cabanga Iate Clube de Recife.
Casou-se em Olinda com seu primo Carlos Alberto Matheos de Lima, passando a assinar Margarida Maria Matheos de Lma. O casal teve dois filhos: José Matheus de Lima Neto, que se casou com Simone Araquan de Arruda, sendo pais de Isabel Arruda Matheos de Lima e Beatriz Arruda Matheos de Lima e Érica Andrade Matheus de Lima, que se casou com Edmir Regis de Carvalho Sobrinho, gerando Mônica Matheos de Lma Regis e Marcela Matheos de Lima Regis.
Pedro Jorge Leitão de Andrade seguiu a carreira de jornalista. Ele nasceu e foi batizado em Olinda no final dos anos 1930, tendo como padrinhos Boaventura Tavares de Lima e Olindina Guennes. Pedro Jorge faleceu em Recife no começo dos anos 2000. Foi casado com Lilian Virginia Nunes de Andrade, com quem teve os filhos Mario Jorge Nuness de Andrade e Rogério Nunes de Andrade.
Maria Ângela Leitão de Andrade nasceu em Olinda no final dos anos 1930. Ela construiu sua família ao se casar nessa mesma cidade com Carlos José Garcia da Silva, passando a assinar Maria Ângela de Andrade Garcia da Silva. O casal teve dois filhos: Roberta Andrade Garcia da Silva e Rodrigo Andrade Garcia da Silva. Após sua jornada, ela faleceu em Recife no início da década de 1990.
João Carlos Leitão de Andrade chegou ao mundo em Recife no início da década de 1940. Seu batismo foi celebrado em Olinda pelo Frei Bonifácio Mueller, tendo como padrinhos João Pereira Leite e Zélia Leal Leite. Em sua primeira união, casou-se em Recife com Valderez Gomes, com quem teve os filhos João Carlos Leitão de Andrade Junior e Ana Cláudia Gomes de Andrade. Posteriormente, ele casou-se pela segunda vez com Luiza Mendonça de Albuquerque.
Maria José Leitão de Andrade nasceu em Olinda no começo dos anos 1940. Ela oficializou sua união com Carlos Alberto Cavalcanti de Albuquerque em sua cidade natal, adotando o nome de casada Maria José Andrade Cavalcanti de Albuquerque. Dessa união nasceram os filhos Marcelo Andrade Cavalcanti de Albuquerque, Márcio Andrade Cavalcanti de Albuquerque e Eduardo Andrade Cavalcanti de Albuquerque.
Maria Cristina Leitão de Andrade nasceu em Olinda em meados dos anos 1940. Ela também se casou em solo olindense, unindo-se a Wagner Correia Damasceno. A linhagem do casal se estendeu com os filhos Gustavo de Andrade Damasceno, Felipe de Andrade Damasceno e as saudosas memórias de Maria Cristiana de Andrade Damasceno e Germano de Andrade Damasceno, ambos já falecidos.
Zélia Maria Leitão de Andrade nasceu em Recife em meados da década de 1940 e faleceu na capital pernambucana no início dos anos 2000. Ela se casou em Olinda com Carlos Alberto Borba Schuler, passando a se chamar Zélia Maria de Andrade Schuler. Do matrimônio nasceram Luciana de Andrade Schuler, Carlos Henrique de Andrade Schuler, Fábio de Andrade Schuler e Taciana de Andrade Schuler.
Ana Maria Leitão de Andrade completa este grupo de irmãos, tendo nascido em Recife no final dos anos 1940. Ela se casou na capital com Fernando José de Azevedo, e junto seus filhos são Marília de Andrade Azevedo, Tomás de Andrade Azevedo e André de Andrade Azevedo, que mais tarde construiu sua própria família ao se casar com Renata Pigatti Marroqui, também em Recife.
Luís Tavares de Andrade nasceu em Vitória de Santo Antão no final dos anos 1900. Mais tarde, ele se estabeleceu em Recife, cidade onde casou-se com a professora Eneida Rabêllo Alvares de Andrade, filha de Ernesto Gameiro Álvares e Zulmira Rabêllo Álvares. Eneida faleceu precocemente no início da década de 1960 na capital pernambucana, e Luís se despediu da família em meados dos anos 1990, também em Recife.
Desse matrimônio nasceram três filhos:
Luiz Carlos Alvares de Andrade chegou ao mundo em Recife no final da década de 1930. Seu batismo foi celebrado na capital, tendo como padrinhos seus próprios avós maternos, Ernesto e Zulmira. Após construir sua jornada, Luiz Carlos faleceu em sua cidade natal em meados dos anos 2000.
Roberto Alvares de Andrade nasceu em Recife em meados dos anos 1940. Seu batismo foi conduzido pelo vigário Eugênio Villanova, e os escolhidos para serem seus padrinhos foram sua avó, Maria José Tavares Moreira Dias, juntamente com Walfrido Moreira Dias. Já adulto, Roberto casou-se na capital com Lêda Vilma da Costa Alvares de Andrade, união da qual nasceu a filha Débora da Costa Andrade.
Guilherme Alvares de Andrade completa este ramo familiar, tendo nascido em Recife no início da década de 1950. Ele construiu sua vida na capital, onde faleceu no final dos anos 2010. Guilherme foi casado com Elisabete Maria Wanderley de Andrade, com quem teve a filha Maria Carolina Wanderley de Andrade, que posteriormente se casou com Alexandre Henrique Figueiroa de Araújo.
Hercília Tavares de Lima nasceu no dia 27/04/1889 em Vitória de Santo Antão, em Pernambuco. Sua celebração de batismo aconteceu em sua cidade natal, conduzida pelo Padre Bernardo de Carvalho Andrade, tendo como padrinhos José Rufino Bezerra Cavalcante Filho e Hercília de Araújo Cavalcante.
Diante da ausência de registros posteriores de casamento ou vida adulta nos arquivos paroquiais e civis da região, os indícios históricos sugerem que ela tenha falecido ainda na infância, deixando sua lembrança resguardada nas origens da família.
Maria Isabel nasceu em 09/11/1890 em Vitória de Santo Antão cidade onde também recebeu o batismo, tendo como padrinhos João Januário dos Santos e Roza Maria dos Santos.
Diomedes, que havia nascido em 22/10/1885 em Vitória de Santo Antão PE, faleceu no dia 10/03/1948 na capital pernambucana. Após uma longa jornada, Maria Isabel também partiu no dia 01/08/1976 em Recife PE.
O bacharel Diomedes de Carvalho Lima: uma relíquia de 1908.
Olhar para esta imagem é fazer uma viagem direta para o ano de 1908. Vestindo a tradicional beca e o barrete de formando, o jovem Diomedes de Carvalho Lima posava para a posteridade no renomado estúdio Monteiro & Cia., celebrando a sua conquista como bacharel.
Mais do que um documento histórico preservado com carinho pela Fundação Joaquim Nabuco, esta fotografia ganha uma nova vida e uma nova emoção por meio do trabalho de restauro, recorte e colorização digital.
Trazer as cores e o foco para o rosto de Diomedes nos ajuda a enxergar, com muito mais proximidade, a dignidade e a importância desse momento na história da nossa família. Diomedes tem sua memória eternizada e preservada para as futuras gerações aqui no blog.
Dinice Tavares de Carvalho Lima nasceu em Vitória de Santo Antão no início dos anos 1910. Seu batismo foi celebrado na cidade vizinha de Glória do Goitá, tendo como padrinhos seus próprios avós maternos, Francisco Tavares de Lima e Josepha Álvares de Lima. Dinice sentiu a vocação religiosa e tornou-se freira, dedicando sua vida à Congregação das Irmãs de Santa Dorotéia. Após uma jornada de muita fé e devoção, ela faleceu em Recife em meados da década de 1990.
Dilza Tavares de Carvalho Lima, conhecida carinhosamente por todos como "Dida", nasceu em Vitória de Santo Antão em meados dos anos 1910. Assim como a irmã, ela também foi batizada em Glória do Goitá, sendo seus padrinhos o vigário João da Costa Bezerra de Carvalho e Maria de Carvalho Lima. Dilza seguiu a carreira de professora, dedicando-se com amor ao ensino, e permaneceu solteira por toda a vida. Ela se despediu da família no começo da década de 1980, em Recife.
Acervo Hemeroteca Digital Brasileira / Biblioteca Nacional.
Darcy Tavares de Carvalho Lima nasceu em Recife no final dos anos 1910. Seu batismo foi celebrado em Glória do Goitá pelo padre Severino Vieira de Melo, tendo como padrinhos Antônio Sotero de Farias e Maria Sotero de Carvalho Lima. Ele seguiu carreira militar e alcançou a patente de coronel, atuando com destaque na Escola Superior de Guerra (ESG).
Darcy construiu sua vida familiar no Rio de Janeiro, onde se casou com Leda Lago da Cunha Tavares de Carvalho Lima. A união abençoou o casal com cinco filhos: Guilherme, Maria Dinice, Maria Coeli, Maria Aparecida e Benjamin. Após uma jornada de muita dedicação à família e à pátria, Darcy faleceu em solo carioca em meados da década de 1980.
Dirceu Tavares de Carvalho Lima nasceu no início da década de 1920. Sua celebração de batismo aconteceu em Afogados da Ingazeira, em Pernambuco, conduzida pelo padre Euclides Landim, tendo como padrinhos seus tios João Chrysóstomo Tavares de Lima e Maria do Carmo Tavares de Lima. Ele seguiu a carreira de engenheiro agrônomo, expandindo seus horizontes até o interior paulista.
Foi em Piracicaba, no estado de São Paulo, que ele construiu sua jornada familiar ao se casar com Eline Nehring de Carvalho Lima. A união deles deu continuidade à linhagem com os filhos Roberto de Carvalho Lima, Marília de Carvalho Lima, Jorge de Carvalho Lima, Maria Isabel de Carvalho Lima, Dirceu Tavares de Carvalho Lima Filho e Noêmia de Carvalho Lima. Depois de uma vida dedicada à família e à sua profissão, Dirceu faleceu em Recife no início dos anos 1980.
Boaventura seguiu a carreira jurídica como advogado. Ele nasceu no dia 14/03/1892 em Vitória de Santo Antão, onde também foi batizado pelo padre Bernardo de Carvalho Andrade, tendo como padrinhos Antônio Milburges Saraiva Galvão e Isabel Celestina de Barros Galvão. Ao longo de sua jornada, construiu dois matrimônios e faleceu no dia 11/09/1971 em Recife.
Sua primeira união foi celebrada na capital pernambucana no dia 8 de janeiro de 1919 com Margarida Rosado de Oliveira, nascida em Recife no final dos anos 1890.
Margarida vinha de uma família com tradição no meio jurídico local: era filha de Jeronymmo Rosado de Oliveira e Maria da Penha Pereira Rosado, além de neta paterna de Leopoldina Rosado de Oliveira e do doutor José Rosado de Oliveira, que atuou como juiz de direito em Limoeiro. Por parte materna, seus avós eram João Eduardo Borges e Libania Maria Borges.
A trajetória de Margarida ao lado de Boaventura foi interrompida de maneira precoce. Ela faleceu em Recife no final da década de 1920, com apenas 29 anos de idade, deixando profunda saudade e uma relevante história familiar.
Acervo Hemeroteca Digital Brasileira / Biblioteca Nacional.
Hélio Rosado Tavares de Lima nasceu em Recife no início da década de 1920. Ele construiu sua jornada ao lado de Iedda Cardoso Maranhão, com quem se casou no Rio de Janeiro.
Após o matrimônio, o casal retornou a Pernambuco, onde consolidou a família com o nascimento de seus dois filhos, Frederico Arthur Maranhão Tavares de Lima e Roberta Maranhão Tavares de Lima, ambos nascidos em Recife. Hélio compartilhou uma longa vida de dedicação aos seus e despediu-se da família na capital pernambucana, no início dos anos 2000.
Acervo Hemeroteca Digital Brasileira / Biblioteca Nacional.
Acervo Hemeroteca Digital Brasileira / Biblioteca Nacional.
Hilza Rosado Tavares de Lima nasceu em Barreiros, em Pernambuco, no início da década de 1920. Sua celebração de batismo foi realizada em Recife, tendo como padrinhos Pedro Villa Nova e Zulmira Leal Villa Nova.
Ela construiu sua jornada familiar na capital pernambucana ao se casar com Haroldo Ferreira da Silva, filho de José Ferreira da Silva e América Couto Ferreira da Silva, passando a assinar Hilza Tavares Ferreira da Silva.
A união foi abençoada com sete filhos, todos nascidos em Recife: José Ferreira da Silva Neto, Andréa Tavares Ferreira da Silva, Haroldo Ferreira da Silva Filho, Adriana Maria Tavares Ferreira da Silva, Alana Maria Tavares Ferreira da Silva, Alexandre Tavares Ferreira da Silva e Hilza Tavares Ferreira da Silva. Após uma vida inteira dedicada ao lar e aos seus, Hilza faleceu em Natal, no Rio Grande do Norte, no início dos anos 1990.
Ela uniu-se em matrimônio com Gabriel Fernandes Nunes da Silva, filho de Benedito Nunes da Silva e Flávia Fernandes Nunes da Silva, passando a assinar Helena Tavares Nunes da Silva. Dessa união nasceram dois filhos:
Ricardo Tavares Nunes da Silva chegou ao mundo em Recife e teve seu batismo celebrado na Matriz de São Pedro pelo Frei Mathias Teves. Para esse momento, os escolhidos como padrinhos foram seus avós, Boaventura Tavares de Lima e Olindina Guennes Tavares de Lima.
Margarida Flávia Tavares Nunes da Silva também nasceu em Recife. Seu registro civil contou com o testemunho de seu avô, o bacharel e funcionário público federal Boaventura Tavares de Lima, junto ao comerciante Aurino Tavares de Lima, ambos moradores do mesmo distrito.
Após construir sua trajetória familiar, Helena faleceu precocemente em Olinda no início dos anos 1970. Anos mais tarde, em meados da mesma década, Gabriel reconstruiu sua vida e casou-se novamente em Recife com Maria do Carmo Nunes da Silva, filha de Manoel Nunes Wanderley e Belmira Tavares Wanderley.
Em casamento realizado no início da década de 1930 em Recife PE, Boaventura Tavares de Lima uniu-se pela segunda vez com Olindina Guennes Lins Tavares. Natural de Brejo da Madre de Deus PE, Olindina era filha de Laurindo Wanderley Pereira Lins e Iluminata Guennes Wanderley Pereira Lins, tendo falecido em meados da década de 1990 na capital pernambucana.
DESCENDENTES:
ILUMINATA GUENNES TAVARES DE LIMA NASCEU NO INÍCIO DA DÉCADA DE 1930 EM BEZERROS (PE) E, APÓS SEU CASAMENTO NO RIO DE JANEIRO COM O JORNALISTA FREDERICO MELLO GUIMARÃES, PASSOU A ASSINAR ILUMINATA TAVARES DE LIMA GUIMARÃES. SEU MARIDO, QUE FALECEU NO FINAL DA DÉCADA DE 1980 EM SOLO CARIOCA, ERA FILHO DE LUISA MELLO GUIMARÃES E PAULO PEREIRA GUIMARÃES, SENDO SUA MÃE LUISA NETA DE HENRIQUETA TAVARES DE LIMA, QUE ERA TIA DE BOAVENTURA TAVARES DE LIMA.
Lucia Guennes Tavares de Lima nasceu e foi batizada no início da década de 1930 em Recife PE, tendo como padrinhos Virgílio Jorge Salles e Nossa Senhora da Conceição. Ela casou-se com Constantino Mastrantonis e, dessa união, nasceu a filha Christine de Lima Mastrantonis.
Geraldo Guennes Tavares de Lima, que atuou como advogado, nasceu em meados da década de 1930 e foi batizado pelo Frei Mathias Teves, tendo como padrinhos Francisco dos Santos Moreira e Nossa Senhora da Conceição.
Ele casou-se com Leda Maciel Tavares de Lima em Recife PE, cidade onde também veio a falecer em meados da década de 2000. Dessa união nasceram as filhas Carmem Sylvia Maciel Guennes Tavares de Lima, Vania Maciel Guennes Tavares de Lima e Lúcia Helena Maciel Guennes Tavares de Lima.
Homero Guennes Tavares de Lima nasceu no final da década de 1930 em Recife PE, cidade onde também se casou com Maria Elaine Pirro Tavares de Lima e veio a falecer no final da década de 1990. Dessa união nasceram os filhos Horácio Pirro Tavares de Lima, Eva Pirro Tavares de Lima, Fabrizio Pirro Tavares de Lima e Fabiana Pirro Tavares de Lima.
Maria do Carmo Guennes Tavares de Lima, conhecida como "Carmita", nasceu em meados da década de 1940 em Recife PE, onde se casou com Dirceu Cavalcanti Macedo e passou a se chamar Maria do Carmo Guennes Tavares de Lima Macedo.
Seu marido, que faleceu em meados da década de 1990 na capital pernambucana, era filho de Arthur Macedo França e Felina Cavalcanti Macedo. Dessa união nasceram os filhos Eduardo Tavares de Lima Macedo, Arthur Tavares de Lima Macedo e Cristhiano Tavares de Lima Macedo.
Eduardo Guennes Tavares de Lima, conhecido como "Duda Guennes", nasceu em meados da década de 1930 em Recife PE, onde foi batizado na Matriz de Nossa Senhora da Soledade, tendo como padrinhos Joaquim do Carmo Almeida e Nossa Senhora da Conceição.
Construiu uma brilhante carreira como jornalista em Portugal, onde se casou com Luisa Meireles e se tornou autor de "Meu Brasil Brasileiro", a mais antiga coluna da imprensa de Lisboa, publicada no jornal "A Bola". Ele faleceu no início da década de 2010 em solo português, deixando a filha Maria Dora Guennes Tavares de Lima.
"Iludido pelos colegas" a curiosa retratação política de Boaventura Tavares de Lima.
Você já imaginou levar um puxão de orelha do seu pai e o assunto virar notícia na primeira página do Jornal Diário de Pernambuco? Pois foi exatamente isso o que aconteceu em 11 de outubro de 1911.
O manifesto da discórdia.
O jovem Boaventura Tavares de Lima, que na época era estudante de direito no Recife, acabou assinando um manifesto em apoio ao general Dantas Barreto. Ele estudava na famosa Faculdade de Direito do Recife, o coração político da época, mas acabou indo na onda e assinando o documento 'iludido pelos seus colegas' de faculdade..."
O motivo? Segundo o próprio Boaventura, foi por uma dessas "facilidades" da juventude. Ele foi na onda, "iludido pelos seus colegas" de faculdade, e assinou o documento sem pensar muito nas consequências.
A conversa em casa
O capitão Francisco Tavares de Lima morava e mantinha seus negócios na antiga Rua do Doutor José de Barros, localizada bem no centro de Vitória de Santo Antão, a poucos passos da conhecida Praça Leão Coroado.
O grande problema é que o nosso patriarca era aliado fervoroso do candidato rival, o Dr. Rosa e Silva. Quando o jovem Boaventura viajou de volta para Vitória e contou o que tinha feito, a reação do seu pai foi imediata.
Para corrigir o "erro" do filho e limpar a barra da família com o seu chefe político, o capitão Francisco enviou uma carta oficial à redação do jornal exigindo a retirada do nome de Boaventura da lista. Logo abaixo, o próprio jovem teve que publicar sua retratação pública com as seguintes palavras:
"Chegando hoje em nossa casa, a meu pai eu relatei o ocorrido, estranhando-me ele minha atitude. Não podendo ir de encontro às ideias de meu pae, peço retirar meu nome da lista pró-Dantas."
Acervo Hemeroteca Digital Brasileira / Biblioteca Nacional.
O jubileu de ouro: Boaventura Tavares de Lima e os 50 anos de sua formatura em direito.
Mas a história de Boaventura Tavares de Lima não parou por ali. Ele seguiu firme nos estudos, formou-se na histórica turma de 1916 e construiu uma carreira respeitável na magistratura pernambucana, chegando a atuar como fiscal do consumo federal.
Exatamente 55 anos após o famoso "puxão de orelha", o jornal Diário de Pernambuco (em matérias publicadas entre 10 e 18 de dezembro de 1966) voltou a estampar o nome de Boaventura em suas páginas. Mas desta vez, o motivo foi de muito orgulho: a celebração do jubileu de ouro de sua formatura (50 anos de formados)!
Mais bonito é que o próprio texto do jornal de 1966 faz questão de ressaltar a liderança e o carinho que os colegas tinham por ele:
"Mencionei, de propósito, em último lugar, o nome de Boaventura Tavares de Lima, para salientar que foi ele quem incentivou a comemoração desse nosso jubileu de ouro, promovendo aproximações e entendimentos."
Aquele jovem estudante que um dia foi "iludido pelos colegas", décadas depois se tornou o líder respeitado que reuniu esses mesmos amigos para celebrar uma vida inteira dedicada ao direito. Uma trajetória brilhante que enche a família Tavares de Lima de orgulho!
Theolinda Tavares de Lima, à direita.
Theolinda Tavares de Lima, formada em farmácia e professora titulada pelo Colégio Prytaneu, nasceu no dia 23/11/1895 em Vitória de Santo Antão (PE), onde foi batizada pelo padre Bernardo de Carvalho Andrade tendo como padrinhos Manoel Henrique de Souza Delgado e Thereza de Souza Delgado.
Ela casou-se em Recife (PE) com o médico e poeta José Matheos de Lima Filho, que era filho de José Matheos de Lima e Delmina Simões de Matheos Lima, além de irmão do famoso poeta Jorge de Lima. José Matheos de Lima faleceu no dia 14/01/1978 na capital pernambucana e Theolinda veio a falecer no dia 04/08/1985, ambos na capital pernambucana.
Acervo Hemeroteca Digital Brasileira / Biblioteca Nacional.
Acervo Hemeroteca Digital Brasileira / Biblioteca Nacional.
No dia 01 de maio de 1937, o jornal recifense Diario da Manhã (ano 11, edição nº 3014) publicou uma reportagem especial intitulada "No laboratorio do poeta Matheos de Lima", escrita pelo jornalista José Cesar Borba.
O registro fotográfico mostra o encontro entre o entrevistador e o nosso ilustre poeta e médico, que aparece elegante de terno claro e óculos. A matéria destaca a composição intelectual de José Matheos de Lima Filho, marido de Theolinda Tavares de Lima e irmão do famoso poeta Jorge de Lima), descrevendo-o como "um homem fora da sua geração".
Descendentes: tiveram dois filhos:
1) Carlos Alberto Matheos de Lima e 2) Leda Tavares de Lima Bismara.
Carlos Alberto Matheos de Lima nasceu no início da década de 1930 em Recife (PE), cidade onde foi batizado, tendo como padrinhos Carlos Povina Cavalcanti e Araci de Lima Povina e onde veio a falecer no final da década de 2000.
Ele casou-se em Olinda (PE) com sua prima Margarida Maria Leitão de Andrade, com quem teve dois filhos: José Matheos de Lima Neto, nascido no final da década de 1950 em Recife, que se casou com Simone Araquan de Arruda e deixou as filhas Isabel Arruda Matheos de Lima e Beatriz Arruda Matheos de Lima; e Érica Andrade Matheus de Lima, nascida no início da década de 1960 em Recife, que se casou na capital pernambucana com Edmir Regis de Carvalho Sobrinho, sendo pais de Mônica Matheos de Lima Regis e Marcela Matheos de Lima Regis.
Leda Tavares de Lima nasceu no final da década de 1910 em Recife (PE), mas foi batizada em União dos Palmares (AL), tendo como padrinhos seus avós maternos, José Matheos de Lima e Delmina Simões de Lima.
Ela casou-se com Milton Serrano Bismara, passando a assinar Leda Tavares de Lima Bismara, e veio a falecer na metade da década de 2000 na capital pernambucana. Dessa união nasceram dois filhos em Recife: a jornalista Eliana de Lima Bismara e Milton de Lima Bismara, sendo que este último veio a falecer em meados da década de 2010 também em Recife, deixando descendentes.
Ana veio a falecer precocemente no dia 10/07/1932 em Recife PE, em decorrência de uma tuberculose pulmonar, enquanto seu marido Alfredo Sotero de Farias, faleceu também no dia 23/07/1981 na capital pernambucana.
Descendentes de Ana Sotero Tavares de Lima e Alfredo Sotero de Farias:
1) Alcy Tavares Sotero de Farias nasceu na metade da década de 1910 em Vitória de Santo Antão (PE) e foi batizado em Gravatá (PE) pelo padre Ricardo de Castro Vilela, tendo como padrinhos Francisco Tavares de Lima e Thereza Maria de Jesus Farias. Ele atuou na vida pública como prefeito de Glória do Goitá (PE) entre os anos de 1948 e 1951, casou-se com Tereza Heraclio Duarte em Limoeiro (PE) e veio a falecer no final da década de 1990 em Recife (PE).
Dessa união nasceram três filhas com seus respectivos descendentes: Délia Tereza Sotero Duarte, que se casou em Recife com Zoé Borba de Araujo Pereira Filho, passando a se chamar Délia Tereza Duarte Borba; Ana Tereza Sotero Duarte, que se casou com Hugo Leonel Santos Queiroz, tornando-se Ana Tereza Sotero Duarte Santos e gerando Gilberto Antônio Duarte Santos; e Maria de Fátima Sotero Duarte, que se casou na capital pernambucana com André Sérgio Nogueira Dias, passando a assinar Maria de Fátima Sotero Duarte Dias, sendo mãe de Rebeca Duarte Dias e Victor Duarte Dias.
2) Alcindo Sotero Tavares de Farias nasceu no início da década de 1910 na cidade de Gravatá (PE), tendo como padrinhos seus tios Possidônio Ponce do Rego Barros e Severina Tavares do Rego Barros, e veio a falecer no final da década de 1980 em Recife (PE).
Ele casou-se em João Pessoa (PB) com Eninete Soares de Farias, que era filha de Octávio Ferreira de Soares e Marieta Machado Soares. Dessa união nasceram os filhos Ana Maria Sotero de Farias, Ricardo Sotero de Farias, Marcos Sotero de Farias, Alcindo Sotero de Farias e Rubens Sotero de Farias.
3) Amaury Tavares Sotero de Farias nasceu no início da década de 1920 em Gravatá (PE) e faleceu no final da década de 1970 em Recife (PE). Com uma trajetória histórica relevante, ele participou da Segunda Guerra Mundial e atuou como intérprete dos comandantes americanos em Nápoles, na Itália.
Casou-se em Vitória de Santo Antão (PE) com Maria Margarida Barreto Lins, que passou a assinar Maria Margarida Barreto Sotero e veio a falecer em meados da década de 2000 em Recife.
Dessa união nasceram os filhos Alfredo Sotero de Farias Neto, conhecido como Alfredinho, que nasceu em meados da década de 1940 e faleceu precocemente no final da década de 1950 em Recife. Além de Marcia Otília, Murilo Sotero, Anita Sotero, Maria Sotero, Marcelo Sotero e Simone Sotero, que se casou em Recife com o inglês Paul Ashton, passando a se chamar Simone Sotero Ashton.
Acima: Fotografia do acervo particular com colorização inicial de Amaury Sotero Tavares de Farias, acompanhado por sua esposa Maria Margarida Barreto. Abaixo: Recriação digital utilizando ferramentas de inteligência artificial para máxima nitidez e restauração das feições originais do casal. O uso da tecnologia nos ajuda a documentar e preservar a memória histórica da família Tavares de Lima em Vitória de Santo Antão.
4) Mirza Sotero de Farias nasceu no início da década de 1920 em Gravatá (PE) e faleceu no início da década de 2020. Ela casou-se em Vitória de Santo Antão (PE) com João Tavares de Melo Junior, passando a se chamar Mirza Sotero de Melo. Dessa união nasceram os filhos Roberto Sotero de Melo, Ana Helena Sotero de Melo, Ronaldo Sotero de Melo, Amauri Sotero de Melo, Rômulo Sotero de Melo e João Tavares de Melo Neto.
5) Ísis Sotero de Farias nasceu no início da década de 1920 em Gravatá (PE) e faleceu no início da década de 2010 em Recife (PE). Ela casou-se em João Pessoa (PB) com Edmir Dália Honorato, passando a se chamar Isis Sotero Dália da Silva, com quem teve dois filhos:
Walter Sotero Dália da Silva, que se casou em Recife na Matriz da Soledade com Márcia Jucene, a qual passou a assinar Márcia Jucene Sotero Dália, sendo pais de Gabriela Jucene Sotero Dália e Juliana Jucene Sotero Dália.
Wilson Sotero Dália da Silva, que se casou com Mércia Maria Pimentel Correia, gerando Djan Correia Sotero Dália e Renata Correia Sotero Dália, que por sua vez se casou com Blancard Santos Torres e passou a se chamar Renata Correia Sotero Dália Torres.
Dessa união nasceram os filhos Luziana Sotero de Farias, Ângela Sotero de Farias, Luiza Sotero de Farias, Lígia Sotero de Faria, Alcedo Sotero de Farias, que nasceu no final da década de 1950 em Recife e faleceu na mesma cidade no início da década de 2010 e Luiz Felipe Sotero de Farias, nascido em meados da década de 1950 e falecido em meados da década de 2000 também em Recife.
Após o falecimento de sua primeira esposa, Alfredo Sotero de Farias casou-se novamente com Maria da Fé Guimarães Sotero, que nasceu em meados da década de 1910 em Coruripe (AL) e faleceu em meados da década de 2000 em Recife (PE). Dessa segunda união nasceram os filhos Aloisio de Guimarães Sotero e Antônio Sotero de Farias Sobrinho.
Acervo Hemeroteca Digital Brasileira / Biblioteca Nacional.
🎓 Conhecimento e empreendedorismo em 1913: o lado professor de Alfredo Sotéro
Quem olha para as fotos antigas da família nem sempre imagina a correria e a inteligência dos nossos antepassados quando jovens! Encontramos este registro no Diário de Pernambuco de 1913, exatamente um ano antes de ele se casar com Anna Tavares de Lima.
Naquela época, o jovem Alfredo Sotéro era um destacado acadêmico de "pharmacia". Com uma inteligência brilhante e muito domínio científico, ele colocava anúncios no jornal para dar aulas particulares de physica, chimica e história natural (a nossa atual biologia).
A grafia charmosa da época reflete o português da Belle Époque, baseado nas raízes gregas e latinas (como ph e ch). Isso só mudou com a reforma ortográfica de 1943, que simplificou a escrita, eliminou essas letras dobradas e adotou o f e o qu que usamos hoje.
As aulas aconteciam em um ponto nobre do recife: na Associação Christã de Moços, que ficava na belíssima Rua da Aurora, nº 65, sempre no horário de 12h às 13h.
Nasceu no dia 25/08/1897 em Vitória de Santo Antão (PE), cidade onde foi batizado pelo padre Bernardo de Carvalho Andrade tendo como padrinhos Manoel Soares da Silva e Adelaide Roza de Castro Soares.
Ele atuou como funcionário público e exerceu a função de coletor federal em São Lourenço da Mata (PE) e em Blumenau (SC). Já aposentado, morava no bairro de Afogados, na zona oeste da cidade do Recife (PE), onde veio a falecer no dia 27/12/1963, sem deixar descendentes.
Recriação digital utilizando ferramentas de inteligência artificial para nitidez das feições originais de José Tavares de Lima.O uso da tecnologia nos ajuda a documentar e preservar a memória histórica da família Tavares de Lima em Vitória de Santo Antão.
Acervo Hemeroteca Digital Brasileira / Biblioteca Nacional.
📜 Decreto de Getúlio Vargas: como José Tavares de Lima deixou Pernambuco para comandar a arrecadação em Santa Catarina em 1935!
Encontramos no Jornal Pequeno, de 3 de setembro de 1935, uma verdadeira reviravolta na carreira de José Tavares de Lima. Após ser afastado de suas funções como "collector federal" (arrecadador de impostos) em São Lourenço da Mata (PE), ele conseguiu uma vitória: um decreto direto do presidente Getúlio Vargas determinou a sua reintegração imediata ao cargo!
Naquela época, o Brasil estava no Estado Novo, um período de regime centralizado e de poderes absolutos do presidente. Mesmo nesse cenário rígido, a volta por cima desse "zeloso funccionario" veio com uma grande promoção: o governo federal o designou para comandar a 1ª collectoria de Blumenau (SC), uma das maiores e mais importantes repartições fiscais do país. O caso repercutiu na sociedade, rendendo-lhe muitas felicitações pelo prestígio reconquistado!
Fonte: Fotografia do acervo particular de um colaborador da família,
cedida gentilmente para publicação.
Este registro fotográfico espetacular de 1918 traz o clima festivo e elegante de um desfile da época, provavelmente uma celebração de carnaval, na antiga cidade de Rio Branco, atual Arcoverde, no interior de Pernambuco.
Entre as fantasias e os trajes típicos do início do século XX, o grande destaque da imagem é o jovem João Chrysóstomo Tavares de Lima, que aparece em primeiro plano à direita, segurando sua bicicleta, um símbolo de grande prestígio e modernidade para aquele período.
Descendentes:
Francisco de Assis Tavares de Lima, formado em Ciências Econômicas, nasceu no início da década de 1920 em Arcoverde (PE), tendo como padrinhos seus avós Francisco Tavares de Lima e Josepha Álvares de Lima, e veio a falecer no início da década de 2010 em Recife (PE).
Ele casou-se primeiramente com Maria Celeste Tavares de Lima em Recife e, após ficar viúvo, uniu-se em segundas núpcias com Maria da Conceição Mota Velez em meados da década de 2000 também na capital pernambucana.
A primeira, Maria da Glória de Melo Tavares de Lima, nasceu em meados da década de 1940 e faleceu na metade da década de 2000 em Recife (PE).
O segundo, Pedro de Melo Tavares de Lima, nasceu no final da década de 1940 em Recife e foi batizado na Paróquia de Nossa Senhora da Piedade, tendo como padrinhos seu avô João Chrysóstomo Tavares de Lima e Nossa Senhora do Carmo.
O terceiro filho, João Ricardo de Melo Tavares de Lima, é médico, nasceu na metade da década de 1940 em Recife e casou-se com a professora de matemática Lêda Maria Telles Tavares de Lima.
O quarto filho, Frederico de Melo Tavares de Lima, nasceu na metade da década de 1950 em Recife e casou-se com Maria das Graças de Mendonça Fonseca, que passou a se chamar Maria das Graças Fonseca Tavares de Lima.
Por sua vez, do casamento de João Ricardo e Lêda Maria nasceram três filhos com seus respectivos núcleos: Edvaldo da Silva Telles Neto, que se casou com Gizelle Albuquerque e gerou João Albuquerque da Silva Teles; Francisco de Assis Tavares de Lima Neto, nascido em Recife, que se casou com Caroline Maria de Carvalho Neves Tavares e teve a filha Brenda Neves Tavares de Luma; e Pedro Frederico Telles Tavares de Lima, nascido em Recife, que se casou com Maria Beatriz Maciel Monteiro Tavares de Lima.
Por sua vez, Romeu Tavares de Lima casou-se em Limoeiro (PE) com Eunice de Arruda e Lima, filha de Antônio Cabral de Arruda e Maria da Soledade Cabral de Arruda e juntos tiveram sete filhos:
A primeira filha, Maria do Carmo de Arruda e Lima, nasceu no início da década de 1940 em Recife e casou-se com Valter Costa Pereira.
A segunda filha, Maria da Soledade de Arruda e Lima, nasceu em meados da década de 1940 em Recife, casou-se com Osmario Pereira de Lima e passou a se chamar Maria da Soledade Pereira de Lima.
O terceiro filho, Antônio de Arruda e Lima, nasceu no início da década de 1950 em Recife, casou-se com Zélia Maria de Souza, que se tornou Zélia Maria de Souza Lima e juntos tiveram três filhos: Giselle de Souza e Lima, Michele de Souza e Lima e Rafaelle de Souza e Lima.
A quarta filha, Maria Eunice de Arruda e Lima, nasceu em meados da década de 1940 em Recife.
O quinto filho, João de Arruda e Lima, nasceu em meados da década de 1950 em Recife.
O sexto filho, Romeu Júnior de Arruda e Lima, nasceu no final da década de 1950 em Recife.
A sétima filha, Maria de Fátima de Arruda Lima, nasceu na metade da década de 1960 em Recife.
Enid Tavares de Lima nasceu em meados da década de 1920 em Arcoverde (PE) e faleceu no final da década de 1980 em Recife (PE).
la casou-se em Recife com Glauco Duarte Chalmer, que nasceu no final da década de 1910 em Olinda (PE) e faleceu em meados da década de 1990 na capital pernambucana, passando ela a se chamar Enid Tavares Chalmer. O casal não deixou descendentes e, após o falecimento de Enid, Glauco casou-se novamente.
José Abimael Tavares de Lima nasceu em meados da década de 1920 em Recife (PE), cidade onde se casou com Ivanise de Brito Macedo Tavares e veio a falecer no início da década de 2000. Dessa união nasceu a filha Ana Cristina Macêdo Taves de Lima, natural da capital pernambucana.
Maria do Carmo Tavares de Lima, conhecida como "Carminha Levy", nasceu em meados da década de 1930 em Recife (PE) e se destacou como fundadora e presidente da Paz Géia, a primeira escola de neo-xamanismo do Brasil. Ela casou-se primeiramente em sua cidade natal com o capitão aviador Frederico Paoli Pradel, com quem teve a filha Cristiana Tavares Pradel, sendo que Frederico veio a falecer na metade da década de 1950.
Após ficar viúva, Carminha casou-se em segundas núpcias com Ian Clement Levy, com quem também deixou descendentes.
Ângela Maria Tavares de Lima nasceu no início da década de 1940 em Recife (PE), onde se casou com Luiz Artur de Mesquita Sobral e passou a se chamar Ângela Maria Tavares Sobral.
Dessa união nasceram três filhos: Luiz Artur Tavares Sobral, que nasceu no Rio de Janeiro e casou-se em Olinda (PE) com Maria de Fátima Barbalho dos Santos, a qual passou a assinar Maria de Fátima Santos Tavares Sobral; além de Fábio Tavares Sobral e João Henrique Tavares Sobral.
Esther Tavares de Lima nasceu no dia 28/12/1900 em Vitória de Santo Antão (PE), cidade onde também foi batizada pelo padre Bernardo de Carvalho Andrade tendo como padrinhos Henrique Lins Cavalcanti e Esther Lins Cavalcanti. Sua trajetória foi breve, vindo a falecer no dia 13/05/1906 com apenas cinco anos de idade, em decorrência de uma febre.
Ela casou-se em Recife (PE) com Manoel Alves Ferreira, filho de José Damasceno Ferreira e Maria Isabel Ferreira, passando a assinar Edith Tavares Ferreira. Ela veio a falecer em 18/12/1954 na capital pernambucana em decorrência de um câncer de colo uterino, enquanto seu marido, Manoel Alves, faleceu no dia 02/05/1961 também na capital pernambucana.
[Núcleo de Carlos] O primeiro filho, Carlos Tavares Ferreira, nasceu no início da década de 1920 em Olinda (PE), casou-se em sua cidade natal com Eliane Lins Gomes, filha de Eustáquio Pereira Gomes e Maria Lins Gomes e faleceu no início da década de 1970 em São Paulo. Carlos e Eliane tiveram dois filhos: Luciano Carlos Gomes Ferreira, que nasceu no início da década de 1940 em Recife (PE), onde foi batizado tendo como padrinhos Nelson Chaves e Lígia Coutinho Chaves, casando-se em São Paulo com Maria Candelária Albero de Oliveira e gerando a filha Camila Albero Ferreira; e Liana Maria Gomes Ferreira, nascida em Recife no dia 13 de junho de 1945.
[Núcleo de Carmem - primeira gêmea] A segunda filha, Carmem Tavares Ferreira, nasceu no início da década de 1920 em Olinda (PE), foi batizada na Igreja de Nossa Senhora da Soledade tendo como padrinhos seus tios Walfrido Moreira Dias e Maria José Tavares de Lima Moreira Dias, e faleceu no final da década de 2010 em Recife.
Ela casou-se primeiramente em Recife com o inglês Charles David Immisch, que faleceu em meados da década de 1950, e depois casou-se em segundas núpcias em meados da década de 1970 com Manoel Lacerda Filho, passando a se chamar Carmem Ferreira Lacerda.
De seu primeiro casamento com Charles David nasceram três filhos com seus respectivos núcleos: Mauricio Antônio Ferreira Immisch, nascido no início da década de 1940 em Recife, que se casou com Jandira Immisch Santos; Maria das Graças Ferreira Immisch, nascida no final da década de 1940 em Recife, que se casou com José Antonio Costa Carvalho e teve os filhos Tassius Immisch Costa Carvalho e Cassius Immisch Costa Carvalho; e Paulo Fernando Ferreira Immisch, nascido na metade da década de 1940 em Recife, que se casou com Maria da Costa Menezes e teve o filho Paulo Fernando Ferreira Immisch Junior, o qual se casou com Joanna Martins Novais Barbosa, que passou a assinar Joanna Martins Barbosa Immisch.
[Núcleo de Cecy - segunda gêmea] A terceira filha, Cecy Tavares Ferreira, gêmea de Carmem, nasceu no início da década de 1920 em Olinda (PE), foi batizada na Igreja de Nossa Senhora da Soledade tendo como padrinhos Charles David Immisch e Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, e faleceu no início da década de 2010. Cecy casou-se em meados da década de 1940 em Recife com Rivaldo Carneiro da Silva, passando a assinar Cecy Ferreira Carneiro da Silva, com quem teve três filhos com seus respectivos núcleos:
Carmem Lucia Ferreira Carneiro da Silva, nascida no início da década de 1950 na Maternidade do Derby em Recife; Lúcia Edite Carneiro da Silva, que se casou em Recife com Francisco de Assis da Rocha Leal Tavares, gerando João Rafael Carneiro Tavares e Pedro Henrique Carneiro Tavares, sendo que este último se casou com Maria Clara de Sousa Cunha, a qual passou a se chamar Maria Clara de Sousa Tavares; e Paulo Guilherme Carneiro da Silva.
[Núcleo de Mystes] A quarta filha, Mystes Tavares Ferreira, nasceu no final da década de 1920 em Olinda (PE). Diante da ausência de registros posteriores de casamento ou vida adulta nos arquivos paroquiais e civis da região, tudo indica que tenha falecido ainda na infância.
Nasceu em 05/08/1904 em Vitória de Santo Antão (PE) e faleceu no dia 07/02/1969 em São Paulo. Ele casou-se no Rio de Janeiro com Benedicta Zilah de Toledo e Silva, filha de Raul de Toledo e Silva e Maria Cândida de Toledo e Silva, que passou a assinar Benedicta Zilah de Toledo Tavares de Lima.
Dessa união nasceram duas filhas: Maria Lúcia Tavares de Lima e Maria Luiza Tavares de Lima, sendo que Maria Luiza casou-se com Luiz de Jesus Ferreira, filho de Luiz Fonseca Silva e Benedita de Jesus Ferreira Silva.
Acervo Hemeroteca Digital Brasileira / Biblioteca Nacional.
Encontramos no Diário de Pernambuco, de 6 de agosto de 1926, um registro detalhando o início da carreira pública de Miguel Tavares de Lima.
Por um acto recente do ministro da Fazenda da época, o ilustre pernambucano Aníbal Freire da Fonseca, o "distincto joven" foi nomeado para o prestigiado cargo de "collector federal" (auditor de impostos da União).
Vale destacar que, naquela década de 20, exatamente em 1926, seu pai, o coronel Francisco Tavares de Lima, estava estabelecido em Rio Branco, município que hoje conhecemos como a cidade de Arcoverde, no sertão pernambucano.
Aurino Tavares de Lima, que atuou como comerciante, nasceu no dia 05/06/1906 em Vitória de Santo Antão PE, cidade onde foi batizado pelo padre Américo Vasco tendo como padrinhos sua irmã Maria José Tavares de Lima e seu cunhado Manoel José de Andrade.
Ele casou-se em Recife PE com Isabel Peixoto Japiassu, conhecida como "Bélinha", filha de Antônio Japiassu, que foi prefeito de Arcoverde PE entre os anos de 1928 a 1930, e de Adélia Peixoto de Alencar Japiassu. Aurino veio a falecer no dia 18/10/1967 em Uberlândia MG, enquanto Isabel faleceu no dia 04/07/1987 no Rio de Janeiro.
(Estilo moderno, focado na tecnologia)
Acervo Hemeroteca Digital Brasileira / Biblioteca Nacional.
Rômulo Japyassu Tavares de Lima nasceu no final da década de 1920 em Arcoverde (PE), antiga cidade de Rio Branco, e foi batizada na Igreja de Nossa Senhora da Conceição em Pedra (PE). Ele casou-se com Aparecida Borges em Uberlândia (MG), cidade onde também veio a falecer em meados da década de 1980, deixando descendentes dessa união.
Vilma Japyassu Tavares de Lima nasceu no início da década de 1930 em Arcoverde (PE), antiga cidade de Rio Branco, e casou-se com seu primo Vinícius Moreira Dias. Ela veio a falecer no início da década de 1990 na cidade do Rio de Janeiro, deixando descendentes dessa união.
Mariângela Japiassu Tavares de Lima nasceu em meados da década de 1940 em São Paulo e veio a falecer no início da década de 1960 na cidade de Uberlândia (MG).
A estrutura principal da nossa árvore genealógica está concluída, mas você pode nos ajudar a manter este arquivo vivo!
Possui histórias ou memórias contadas pelos mais velhos?
Envie para os nossos e-mails oficiais:
A árvore genealógica dos Tavares de Lima de Vitória de Santo Antão PE e região é mais do que uma lista de nomes e datas. Ela mostra a longa caminhada dos nossos antepassados, repleta de histórias de superação, conquistas e desafios. Esse blog ajuda a manter viva a memória dos nossos antepassados. É uma jornada de autodescoberta que ajuda a compreender quem somos e de onde viemos. É uma forma de valorizarmos nossa história. Ela fortalece os laços familiares e permite uma conexão com o passado. Ao construir e compartilhar uma árvore genealógica, estamos deixando um legado duradouro para as futuras gerações.





















































Nenhum comentário:
Postar um comentário