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Era neto paterno de José Tavares de Lima e Joaquina Maria da Conceição, e neto materno de Joaquim José Álvares e Luiza Francisca de Jesus.
Nasceu em 11/05/1886 em Vitória de Santo Antão (PE) e foi batizado em 11/07/1886 pelo padre Américo Vasco. Foram seus padrinhos Alexandre José Maria de Hollanda Cavalcante e Lydia Lessa de Hollanda Cavalcante. Faleceu em 06/12/1959 em Pirituba (PE).
Casou-se com Francisca Baptista de Lima no dia 16/02/1909 em Gravatá (PE). Sua esposa era filha de João Henriques de Mattos (conhecido como João Gonçalves) e Manoela Corrêa de Mattos. Francisca e seus pais moravam na Fazenda Valentim em Gravatá - PE.
Descendentes:
Nasceu em Pirituba (PE) no dia 04/09/1910 e faleceu na capital pernambucana no dia 27/06/2002. Ela uniu-se em matrimônio com José Félix de Moura Borba na cidade de Catende (PE), adotando o nome de Ana Tavares de Lima Borba. Seu marido faleceu prematuramente aos 40 anos de idade, no começo da década de 1950, em Pesqueira (PE).
O casal teve como descendente:
Antônio Tavares Borba: natural de Recife (PE), onde nasceu no início da década de 1940. Foi batizado tendo como padrinhos Ernesto Pinheiro Menezes e Maria do Carmo Menezes. No começo dos anos 1970, casou-se na capital do estado com Inácia Simões da Costa, que passou a assinar Inácia da Costa Borba. O casal teve três filhas: Ana Nery, Morgana e Jacqueline da Costa Borba.
Aqui está o texto convertido para o formato de letras normais, mantendo exatamente a estrutura original de parágrafos e os espaços:
Nasceu no dia 05/01/1916 em Pirituba (PE) e faleceu no dia 30/03/2000 em Caruaru (PE). Casou-se com Francisco Severino Alves, passando a assinar Almerinda Tavares Alves. Seu marido faleceu aos 82 anos de idade, no começo da década de 1990, na cidade do Rio de Janeiro.
O casal deixou os seguintes descendentes:
Iraci Alves de Lima: nascida no final da década de 1930 em Bezerros (PE).
Antônio Severino Alves: nascido no começo dos anos 1940, também no município de Bezerros (PE).
Hilda Severino Alves: nascida em meados da década de 1940 na mesma cidade de Bezerros (PE).
Ilza Tavares Alves: nasceu na capital fluminense no início dos anos 1950, vindo a falecer na mesma cidade do Rio de Janeiro em meados da década de 1990.
Nascido no dia 02/01/1925 em Recife (PE). Faleceu no dia 11/03/1969 em Caraguatatuba (SP). Seu matrimônio com Nayr Cardoso de Lima ocorreu no início da década de 1950 no distrito de Socorro, em São Paulo. Ela era filha de Benedito Cardoso e Benedita Ferreira de Andrade.
O casal deixou os seguintes descendentes:
Nancy Tavares de Lima: nascida no início dos anos 1950 na capital paulista. Casou-se com José Aparecido da Silva, passando a assinar Nancy Tavares da Silva. Descendentes: Valéria Cristina da Silva.
Nancy Tavares de Lima: natural de São Paulo (SP), onde nasceu no início da década de 1950.
Donizete Tavares de Lima: nascido no final dos anos 1950 no município de Caraguatatuba (SP).
Alaide Tavares de Lima: nascida em meados da década de 1960 também na cidade de São Paulo (SP).
Andreia Tavares de Lima: Nascida em São Paulo (SP).
Benedito Tavares de Lima: nasceu em meados dos anos 1950 e faleceu prematuramente nessa mesma época em Caraguatatuba (SP), com 1 ano e 3 meses de vida, vítima de síncope cardíaca.
Você já parou para pensar em como as pessoas sabiam quem ia se casar antes da era do WhatsApp e do Instagram? Em 1950, o romance virava assunto de jornal! Os famosos "proclamas" no cartório e na imprensa eram o anúncio oficial para a cidade inteira de que o compromisso era sério. Uma verdadeira viagem no tempo na burocracia do amor...
O recorte: proclamas de casamento (1950).
A nota do jornal Correio Paulistano, de 13 de janeiro de 1950, traz a seção de "proclamas de casamentos", oficializando publicamente a intenção de matrimônio entre André Tavares de Lima e Nayr Cardoso.
Costumes da época: o "contrato" público do amor.
A tradição dos proclamas: na década de 1950, o casamento era um dos eventos mais importantes da vida civil e religiosa. Os proclamas eram publicados na imprensa e fixados no cartório para que toda a comunidade soubesse da união e, teoricamente, qualquer pessoa pudesse apresentar um "impedimento legal" ao matrimônio.
A leitura do jornal como rede social: folhear a seção de casamentos, nascimentos e falecimentos era o equivalente da época a deslizar a tela do celular hoje em dia. as pessoas procuravam nomes conhecidos para saber quem estava prestes a subir ao altar.
Ritual de passagem: estar nos proclamas significava que o namoro e o noivado tinham passado pelo crivo social e o casal estava pronto para constituir uma nova família perante a sociedade.
Nanci Francis Neves Tavares de Lima: nascida no final da década de 1940 na capital paulista. France Neves Tavares de Lima: natural de São Paulo (SP), onde nasceu em meados dos anos 1950.
Nascido no início da década de 1910 em Vitória de Santo Antão (PE), Anízio foi batizado pelo padre Américo Vasco, tendo como padrinhos seus tios Félix Tavares de Lima e Maria Alves de Figueiredo. Ele faleceu solteiro no começo dos anos 1940, no Arraial de Cachoeirinha, localizado no distrito de Rio da Barra, em Sertânia (PE).
O casal deixou os seguintes descendentes: Maria de Lourdes Gomes Gonçalves, Maria da Conceição Gomes Gonçalves, Antônio José Gomes Gonçalves, Alcides Tavares Gomes Gonçalves: Alcides casou-se com Welbecy Alexandre Pereira, com quem teve a filha Joana Pereira Gonçalves.
VITÓRIA DE SANTO ANTÃO EM 1925: A PRAÇA LEÃO COROADO E OS TRILHOS DA HISTÓRIA.
Acervo Hemeroteca Digital Brasileira / Biblioteca Nacional.
Esta raríssima fotografia, publicada originalmente na Revista de Pernambuco em 1925, captura em detalhes a movimentada Praça Leão Coroado, situada logo à direita da linha férrea da "Great Western".
Foi exatamente nesse cenário central que os irmãos: Aurino, Antão, Álvaro, André, Alcides, Sebastião, Ana, Almerinda, Anízio e Anita transitavam com os seus pais, primos, amigos, durante os anos de infância e juventude, quando vinham do distrito até o coração do município.
Aqueles trilhos e o movimento da praça fizeram parte do cotidiano dos irmãos antes que eles crescessem e pegassem as mesmas composições ferroviárias rumo à grande expansão rumo ao Sudeste, deixando Pernambuco para prosperar nas terras de São Paulo e do Rio de Janeiro.
Por coincidência, tinha guardado esse cartão postal que pertencia à minha avó paterna, que morava em São Paulo nesta mesma década de 1950.
Postei para que tenham uma base de como era a cidade onde os filhos de Manoel moravam e trabalhavam, como Álvaro, André, Alcides, Aurino, Antão, Anita. Naquela época, a capital paulista vivia a efervescência de se tornar uma metrópole industrial, com seus bondes e os primeiros arranha-céus.
A expansão da família Tavares de Lima não ficou restrita apenas às grandes indústrias da capital. Os filhos de Manoel alcançaram também o próspero interior de São Paulo, fixando raízes marcantes no município de Bariri (SP).
Na década de 1950, Bariri era conhecida como "A Milionária do Vale" devido ao seu acelerado crescimento econômico e à força de suas lavouras de café e cereais.
Foi nesse cenário de desenvolvimento, conectado pelos trilhos da Estrada de Ferro do Dourado, que esses ancestrais moraram e trabalharam, unindo a tradição rural do sobrenome ao progresso do Oeste Paulista.
A estrutura principal da nossa árvore genealógica está concluída, mas você pode nos ajudar a manter este arquivo vivo!
Possui histórias ou memórias contadas pelos mais velhos?
Envie para os nossos e-mails oficiais:
A árvore
genealógica dos Tavares de Lima de Vitória de Santo Antão PE e região é mais do
que uma lista de nomes e datas. Ela mostra a longa caminhada dos nossos
antepassados, repleta de histórias de superação, conquistas e desafios. Esse
blog ajuda a manter viva a memória dos nossos antepassados. É uma jornada de
autodescoberta que ajuda a compreender quem somos e de onde viemos. É uma forma
de valorizarmos nossa história. Ela fortalece os laços familiares e permite uma
conexão com o passado. Ao construir e compartilhar uma árvore genealógica,
estamos deixando um legado duradouro para as futuras gerações.

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