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Era neta paterna de José Tavares de Lima e Joaquina Maria da Conceição. Neta materna de Joaquim José Álvares e Luiza Francisca de Jesus.
Nasceu em 03/04/1882 em Vitória de Santo Antão PE e foi batizada na mesma cidade em 03/05/1882, tendo como padrinhos Sebastião Felippe Roiz da Costa e Josefa Álvares Roiz da Costa.
Francisca casou-se com Antônio Tavares de Figueiredo no dia 03/02/1902 em Pirituba/PE. Ele era filho de Antônio Tavares de Figueiredo Lima (de quem herdou o nome) e de Hosana Álvares dos Prazeres.
Após o falecimento do primeiro marido na década de 1880, Hosana Álvares dos Prazeres casou-se em segundas núpcias com João Francisco de Arruda Cabral.
Com o matrimônio, Francisca passou a assinar como Francisca Tavares de Figueiredo. Francisca faleceu precocemente no dia 13/01/1922, aos 39 anos de idade, em decorrência de uma inflamação no útero, no povoado de Miringabas, na cidade de Pombos PE.
Antônio Tavares de Figueiredo sobreviveu à esposa por 26 anos e faleceu em 1948, aos 72 anos de idade.
Acervo Hemeroteca Digital Brasileira / Biblioteca Nacional.
A ESTRADA DE SÃO JOÃO DOS POMBOS E O PROGRESSO NOS ANOS DE 1920.
Acervo Hemeroteca Digital Brasileira / Biblioteca Nacional.
A foto ilustra as obras de conservação na estrada de rodagem que ligava a região da Russinha ao distrito de São João dos Pombos (hoje a cidade de Pombos). A serra das Russas não era um distrito, mas sim uma imponente barreira geográfica de montanhas que precisava ser constantemente vencida para conectar o interior ao litoral.
Conforme registram os documentos da época, esses "clichês" fotográficos são uma forte documentação dos fatos concretos da ampliação dessas "pistas carroçáveis" pelos poderes públicos para interligar os municípios agrícolas e solucionar o relevante problema rodoviário. Esta era a única via disponível na transição da zona da mata para o agreste.
Apenas três anos antes de esse registro ser feito, em 1922, Francisca Tavares de Lima dependia exatamente desse caminho sinuoso e de terra batida para atravessar as montanhas e visitar seus parentes em Vitória de Santo Antão. A foto revela o isolamento e a poeira que as elites agrárias da família enfrentavam no cotidiano daquela década.
Acervo Hemeroteca Digital Brasileira / Biblioteca Nacional.
Quando Francisca Tavares de Lima partiu precocemente em janeiro de 1922, Vitória de Santo Antão respirava exatamente o clima retratado nessa histórica edição da Revista de Pernambuco.
Esta imagem, titulada "A Revista em Victoria", traz um registro valioso dos anos de 1920, mostrando o espaço urbano, os primeiros automóveis da época e a movimentação dos moradores vestidos com as típicas roupas claras daqueles tempos agrários.
Apenas alguns anos antes de este registro ser publicado, era nesse exato cenário pacato e em pleno crescimento que nossa matriarca transitava, reunindo-se com seus familiares e vivenciando o cotidiano da nossa linhagem.
Olhar para esta fotografia de época é fazer uma verdadeira viagem no tempo e compreender o mundo que Francisca conheceu, os desafios da transição no interior pernambucano e a essência da cidade no período de sua despedida.
Acervo Hemeroteca Digital Brasileira / Biblioteca Nacional.
Foi neste cenário que Antônio Tavares de Figueiredo encerrou sua jornada de 72 anos em 1948, tornando a foto uma relíquia sobre a cidade em seu ano de adeus.
JOSÉ TAVARES DE FIGUEIREDO.
Exemplo de integridade e nobreza de caráter, pilar fundador de uma próspera e dedicada descendência.
Acervo Hemeroteca Digital Brasileira / Biblioteca Nacional.
Ao cruzarmos os registros históricos da nossa ancestralidade, surge uma conexão profundamente emocionante que revela o lado humano e dramático por trás deste documento da junta militar publicado pelo Diário de Pernambuco em 11 de julho de 1922
Apenas seis meses antes desta publicação, no dia 13 de janeiro de 1922, a família recebia o maior golpe de sua história: a partida precoce da matriarca Francisca Tavares de Lima, aos 39 anos de idade. O lar ficava desamparado e o esposo, Antônio Tavares de Figueiredo, reunia forças para guiar os filhos menores num momento de profunda dor.
É dentro desse cenário de luto recente que se compreende o verdadeiro motivo do pedido de exclusão militar do filho primogênito, José Tavares de Figueiredo, então com apenas 20 anos.
Não se tratava apenas de uma formalidade burocrática, mas sim do desespero de um pai que precisava do seu filho mais velho em casa, como braço direito nos trabalhos da terra e como pilar de sustentação afetiva para seus irmãos menores que choravam a ausência da mãe.
1) Eliette Tavares de Figueiredo: nascida no final da década de 1920, casou-se com José Luiz de França, passando a assinar Eliette Tavares França.
2) Nivaldo Tavares de Figueiredo: nascido no final da década de 1920.
3) Sebastião Tavares de Figueiredo: nascido no início da década de 1930, foi batizado pelo Padre Américo Pitta, tendo como padrinhos Elizeu Gomes de Moraes e Marcionilla Ferreira de Moraes. Casou-se com Severina de Jesus Silva, que adotou o sobrenome Figueiredo. Seus filhos são Antônio Tavares de Figueiredo e Avani de Jesus Tavares.
4) Ivette Tavares de Figueiredo: nascida no início dos anos 1930, seu batismo foi celebrado pelo Padre Américo Pitta, sendo padrinhos Olegário Gomes de Moraes e Cacilda Maranhão de Andrade Moraes.
5) Severina Tavares de Figueiredo: nascida em meados da década de 1930, também foi batizada pelo Padre Américo Pitta com os mesmos padrinhos, Olegário Gomes de Moraes e Cacilda Maranhão de Andrade Moraes.
6) José Tavares de Figueiredo Filho: nascido no final dos anos 1930, teve como padrinhos de batismo Elias Gomes de Freitas e Lídia Tavares de Figueiredo, em cerimônia do Padre Américo Pitta.
Casou-se com Maria do Carmo Santos, que passou a assinar Maria do Carmo Tavares de Figueiredo e faleceu em Pombos (PE) em meados da década de 2000. Seu filho é Marcelo Tavares Figueiredo, casado com Jessiane Nunes Cavalcanti de Figueiredo.
7) Elizabete Tavares Figueiredo: nascida no início da década de 1940, uniu-se a Antônio Wanderley de Oliveira, passando a se chamar Elizabete Tavares de Figueiredo Oliveira.
8) Antônio Tavares de Figueiredo Neto: nascido no início dos anos 1940, foi batizado por Inácio de Lemos Vasconcellos e Honória Trajano Lemos. Ele faleceu no final da década de 1970 na capital pernambucana.
Casou-se com Maria Correia de Figueiredo, com quem teve os filhos: Ana Cláudia, Alcione, Arlene, Abraão, Adonias, Arleide e Antônio Correia Tavares de Figueiredo (este último casado com Maria Goretti Tavares da Silva, que passou a se chamar Maria Goretti Tavares de Figueiredo).
HOSANA TAVARES DE FIGUEIREDO.
Herdeira do nome de sua avó paterna, foi uma matriarca de admirável longevidade, cujo lar consolidou com muita dignidade tradicionais alianças na nossa terra.
Seu matrimônio ocorreu em Pombos (PE) com João Campello de Sá Cavalcanti, filho de Geminiano Campello Cavalcanti de Albuquerque e Maria do Monte Carneiro de Albuquerque.
O casal deixou os seguintes descendentes:
Ivete Tavares Cavalcanti Figueiredo: nascida no início da década de 1920 em Vitória de Santo Antão (PE).
Waldomiro Figueiredo Cavalcanti: nascido no início dos anos 1920 em Vitória de Santo Antão (PE), cidade onde também faleceu em meados da década de 1970. Foi casado com Josefa Soares Santana Cavalcanti, com quem teve o filho Roberto Soares Cavalcanti.
Wanda Tavares de Figueiredo: natural de Vitória de Santo Antão (PE), onde nasceu em meados dos anos 1920. Batizada pelo Padre Américo Vasco. Foram seus padrinhos: Honório Álvares dos Prazeres e Alexandrina Gomes dos Prazeres. Casou-se com Aluizio Azevedo Ferreira Chaves, passando a se chamar Wanda Cavalcanti Chaves.
Aluízio Azevedo faleceu em meados da década de 2000 em Paulista PE e sepultado em Vitória de Santo Antão PE. Descendentes: Marcos Cavalcanti Chaves. Ubiratan Cavalcanti Chaves. João Cavalcanti Chaves. Aluízio Cavalcanti Chaves. Maria de Fátima Cavalcanti Chaves.
Avany Campello de Sá Cavalcanti: nascida no final da década de 1920 em Pirituba (PE). Uniu-se a Everaldo de Oliveira Trajano, que faleceu em Recife (PE) em meados dos anos 1980. O casal teve quatro filhos: Maria da Conceição, Everaldo Junior, Filipe e Roseane Cavalcanti Trajano.
LÍDIA TAVARES DE FIGUEIREDO.
Símbolo de graça, retidão e união familiar, cuja história embeleza as memórias da capela de Miringabas.
Nasceu no dia 14/05/1906 em Vitória de Santo Antão (PE) em meados da década de 1900. Casou-se no início dos anos 1930, na capela de Miringabas, com Elias Gomes de Freitas, passando a assinar Lídia Tavares de Freitas. Seu marido era filho de João Gomes de Freitas e Bellarmina Maria de Freitas.
O casal deixou os seguintes descendentes:
Maria Ivanete Gomes de Freitas: nascida no final da década de 1930 em Pombos (PE), cidade onde se casou em meados dos anos 1950 com Leonardo de Lemos Vasconcelos, passando a se chamar Maria Ivanete Gomes de Vasconcelos. Seus filhos são Gianni de Lemos Vasconcelos e Geovanni de Lemos Vasconcelos.
José Elias de Freitas: nascido em Pombos (PE) no início da década de 1940, foi batizado pelo Padre Américo Pita, tendo como padrinhos João Duarte Dias e Cândida Duarte Dias. Casou-se com Neide Lira Alves de Freitas. Descendentes:
Elias Gomes de Freitas Neto: (casado em Vitória de Santo Antão com Lenilza de Fátima Ferrão Teixeira, sendo pai de Emmanuel Gomes Teixeira de Freitas)
Elisiane Lira de Freitas: (casada com Bruno Ferraz Vilanova, adotando o sobrenome Freitas Vilanova)
José Gomes de Freitas: (casado com Lucicleide Gomes da Silva, que passou a assinar Lucicleide Gomes da Silva Freitas, sendo pai de Rafael Gomes de Freitas)
PALMYRA TAVARES DE FIGUEIREDO.
Mulher de grande valor que, ao lado de seu esposo industrial, conectou com orgulho nossa linhagem ao maior ícone fabril da cidade.
Palmyra nasceu no dia 14/07/1907 em Vitória de Santo Antão PE. Palmyra faleceu em 27/05/1986 na mesma cidade. Foi batizada pelo Padre José Barbalho, tendo como padrinhos seus tios: João Eduardo Tavares de Lima e Marcionilla Tavares de Lima.
Casou-se em Pombos PE com o industrial Joel Cândido Carneiro, que foi um dos fundadores do Engarrafamento Pitú S/A, juntamente com os irmãos José Ferrer de Moraes e Severino Ferrer de Moraes.
Seu marido Joel era filho de José Cândido Carneiro e Minervina Cavalcanti de Araújo. Após o matrimônio, ela passou a se chamar Palmira Tavares Carneiro.
Acervo Hemeroteca Digital Brasileira / Biblioteca Nacional.
As ruas de paralelepípedos de Vitória de Santo Antão no ano de 1948 abrigavam o ritmo da produção de cana de açúcar e a movimentação dos carros de época nas esquinas da cidade. Este cenário histórico é retratado na fotografia publicada originalmente pelo jornal Diário de Pernambuco em 1948, registrando uma transformação marcante que enche a cidade e os descendentes de orgulho.
A foto retrata a sede urbana exatamente no ano em que a empresa completou uma década de funcionamento. Fundado em 1938, o empreendimento operou inicialmente sob as razões sociais de S. Cândido & Cia e, posteriormente, J. Cândido & Cia.
Foi nesse marco de 1948 que adotou oficialmente o nome de Engarrafamento Pitú Ltda., consolidando a marca do famoso camarão de água doce e iniciando uma nova era de profissionalização jurídica.
Essa história se conecta diretamente à árvore genealógica da família Tavares de Lima através de Palmyra Tavares de Figueiredo, que era filha de Francisca Tavares de Lima e neta do ex-prefeito Major Manoel Tavares de Lima.
O casamento de Palmyra com o industrial Joel Cândido Carneiro uniu as linhagens da região, colocando a descendência do patriarca lado a lado com os irmãos Ferrer de Moraes na criação e no sucesso do negócio.
Além do valor sentimental para as famílias, o registro possui uma relevância social imensa para o município. A empresa se tornou a maior potência fabril da terra do prefeito Major Manoel, sendo responsável por gerar empregos, sustento para diversas gerações e por levar o nome de Vitória de Santo Antão para os mercados internacionais.
Palmira Tavares Carneiro: veio ao mundo em meados da década de 1920, trazendo consigo não apenas a vida, mas também a honra de carregar o nome de sua mãe. Sob as bênçãos do Padre Américo Vasco, foi batizada tendo como padrinhos: seu avô Antônio Tavares de Figueiredo e sua irmã Laura Tavares de Figueiredo.
Casou-se em sua cidade natal com Gamaliel da Costa Gomes, passando a assinar Palmira Carneiro da Costa Gomes, e faleceu em Recife (PE) no início da década de 2010. Descendentes: Severino Neto, Leonardo, Cláudia (Gomes Sena) e David Carneiro da Costa Gomes.
Elmo Candido Carneiro: nascido em meados dos anos 1920, teve seu batismo celebrado pelo Padre Estevam Cruz, sendo padrinhos Lauriano José Fernandes de Barros e Maria Carneiro Fernandes de Barros. Faleceu em sua cidade natal em meados da década de 2010.
Casou-se com Maria Vitória Ferrer Carneiro. Foi professor, presidente do Clube Vassouras O Camelo, cofundador do Instituto Histórico da Vitória e fundador e presidente do Rotary Club local. Seus filhos são: Elmo Candido, Maria das Vitórias e Luiz Carlos Ferrer Carneiro.
Severino Candido Carneiro: nascido no final da década de 1920, foi batizado pelo Padre Américo Pitta, tendo José Manoel Figueiredo e Alice Figueiredo da COSTA como padrinhos.
Casou-se em Sertânia (PE) com Ivandete Cabral Carneiro. Sua filha, Iêda Maria Cabral Carneiro, casou-se com Jaime de Vasconcelos Beltrão Junior, passando a se chamar Iêda Maria Carneiro Beltrão, e teve duas filhas: Maria Carolina e Maria Amélia Carneiro Beltrão.
LAURA TAVARES DE FIGUEIREDO.
Essência de doçura e afeto, que manteve viva a elegância social da época em comunhão com a arte da alfaiataria tradicional.
Nasceu em 01/08/1908 em Vitória de Santo Antão (PE). Foram seus padrinhos: João Tavares de Mello e Helena Tavares de Lima. Laura faleceu em 01/09/1986 em sua cidade natal.
Casou-se em Pombos (PE) com o alfaiate Sotero Correia de Amorim, filho de João Correia de Amorim e Angelina Maria da Conceição, passando a assinar Laura Tavares de Figueiredo Amorim.
Vilma Lucia Correia de Amorim: nascida no início da década de 1940, casou-se em sua cidade natal com Arthur Fulco de Almeida Filho, passando a assinar Vilma Lúcia de Amorim Almeida. Seu marido faleceu em Recife (PE) em meados da década de 1980, deixando a filha Maria Stella de Amorim Almeida.
Sotero Correia de Amorim Filho: nascido em meados dos anos 1940, foi batizado pelo Padre Américo Pitta, tendo como padrinhos Antônio Correia de Menezes e Sebastiana Pereira de Menezes. Casou-se em Chã de Alegria (PE) com Marluce de Almeida Amorim, com quem teve dois filhos: Raquel de Almeida Amorim (casada com Adelmar Almeida Silva Junior) e Kleber de Almeida Amorim (casado com Edyclaine Suzana da Silva).
Acervo Hemeroteca Digital Brasileira / Biblioteca Nacional.
Versão restaurada digitalmente.
BEATRIZ TAVARES DE FIGUEIREDO.
Símbolo de força e companheirismo, que uniu gerações com seu coração generoso e zelo constante pelas raízes de nossa história.
Nasceu em 15/12/1909 em Vitória de Santo Antão (PE). Faleceu no início dos anos de 1990. Seu batismo teve como padrinhos João do Rego Cavalcante Ferraz e Maria Tavares Ferraz.
Casou-se com José Guilhermino da Silva, filho de Guilhermino Agostinho da Silva e Maria Antônia Barboza, passando a assinar Beatriz Tavares da Silva.
O casal deixou os seguintes descendentes:
Durval Tavares da Silva: nascido no final da década de 1920 em Vitória de Santo Antão (PE), foi batizado pelo Padre Américo Pitta, tendo como padrinhos seus tios José Tavares de Figueiredo e Antonietta Araujo de Figueiredo.
José Guilhermino da Silva Filho: nasceu no início dos anos 1930 em Pombos (PE). Casou-se em Recife (PE) com Neusa Vital da Silva, sendo pais de Angela Cristina, Ana Paula (casada com Aristeu Vicente da Silva), Andrea Simone (casada com José Marques Bezerra, passando a assinar Vital da Silva Bezerra) e Sandro José Vital da Silva.
Maria Anunciada de Figueiredo: nascida no início da década de 1930 em Pombos (PE), foi batizada pelo Padre Américo Pitta e teve como padrinhos Joaquim do Rego Cavalcante Ferraz e Luciana Fontes Ferraz.
Casou-se em sua cidade natal com Eudócio Aureliano Flor, que faleceu na capital pernambucana em meados dos anos 2000. Ela adotou o sobrenome Flor e teve os filhos: Ronaldo, Rogério, Carlos Roberto, Rosangela, Roberval e Regivaldo Aureliano Flor.
Anna Tavares de Figueiredo: natural de Pirituba (PE), onde nasceu em meados dos anos 1930. Seu batismo ocorreu na capela de Miringabas, celebrado pelo Padre Américo Pitta, sendo padrinhos Manoel José Ferreira e Generosa Ferreira.
Maria Tavares de Figueiredo: nascida em meados da década de 1930 em Vitória de Santo Antão (PE), foi batizada pelo Padre Américo Pitta, tendo José Batista da Silva e Maria das Dores como padrinhos.
Nelson José da Silva: nascido no final da década de 1930 em Pirituba PE, segundo distrito de Vitória de Santo Antão PE. Casou-se em Pombos PE com Maria José da Silva. Nelson faleceu na metade da década de 2010 em Recife PE. Descendentes: 07 filhos e entre eles Josiane Maria da Silva.
Irene Tavares da Silva: natural de Vitória de Santo Antão (PE), onde nasceu no início dos anos 1940. Casou-se com Antônio Moreira dos Santos, passando a assinar Irene Tavares dos Santos. Faleceu na capital do estado no final da década de 1990.
José Tavares de Figueiredo: nascido em meados da década de 1940 em Vitória de Santo Antão (PE), teve seu batismo celebrado pelo Padre Américo Pitta, sendo padrinhos Antônio Apolinário dos Santos e Maria Pereira da Silva.
João José da Silva: Faleceu em Recife (PE) em meados da década de 2020.
ANA TAVARES DE FIGUEIREDO.
Carinhosamente chamada de "Naninha", foi uma mulher de fibra e retidão, cuja lembrança é guardada com profundo carinho e respeito.
(Naninha)
Nota histórica: diante da ausência de registros posteriores de casamento ou vida adulta nos arquivos paroquiais e civis da região, tudo indica que Manoel tenha falecido ainda na infância, uma triste realidade da saúde pública no meio rural pernambucano daquela época.
A estrutura principal da nossa árvore genealógica está concluída, mas você pode nos ajudar a manter este arquivo vivo!
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