terça-feira, 4 de março de 2014

FÉLIX TAVARES DE LIMA (1875 - 1961) / MARIA ÁLVARES TAVARES DE FIGUEIREDO LIMA ( 1876 - 1931 )

 

Para enviar fotos de familiares, informações, correções, podem escrever para um dos e-mails abaixo:

   


familiatavaresdelima@bol.com.br

familiatavaresdelima@yahoo.com


 
Félix Tavares de Lima – O guardião das lavouras de Pirituba, cuja força familiar uniu os velhos "salves" dos jornais recifenses à diplomacia internacional em Chicago.

 
“A terra de Pirituba nos exige o suor diário na lavoura, mas é nas alianças firmadas entre os nossos que protegemos o orgulho de nossa estirpe para o amanhã.”
“Maria, o tempo pode levar os nossos pequenos anjos muito cedo, mas o sangue que plantamos neste chão criará asas para cruzar oceanos e representar nossa honra no mundo.”
 

Filho de Manoel Tavares de Lima (1845 - 1909), ex-prefeito de Vitória de Santo Antão - PE entre os anos de 1901 a 1904, e filho de Ana Álvares dos Prazeres (1851 - 1914).

Era neto paterno de José Tavares de Lima e Joaquina Maria da Conceição. Neto materno de Joaquim José Álvares e Luiza Francisca de Jesus.

Félix era agricultor, nascido em 19/11/1875 em Vitória de Santo Antão - PE e faleceu em 23/09/1961 em Recife - PE.

Casou-se com Maria Álvares Tavares de Figueiredo Lima no dia 03/02/1902 em Pirituba - PE. Maria Álvares era filha de Antônio Tavares de Figueiredo Lima e Hosana Álvares dos Prazeres. 
 
Com o falecimento de Antônio na década de 1880, Hosana casou-se com João Francisco de Arruda Cabral. Maria Álvares faleceu no dia 17/02/1931 em São Caetano PE, aos 55 anos de idade vítima de Tuberculose. 
 
   
 
O dia em que Félix Tavares de Lima contribuiu para o monumento das Tabocas em 1904. 
 
 
 
 
Jornal "O Lidador", Ano 27, Edição nº 49, 24 de dezembro de 1904. 
Acervo Hemeroteca Digital Brasileira / Biblioteca Nacional.

Os dados foram extraídos diretamente do acervo histórico do jornal O Lidador, em edição publicada no mês de dezembro de 1904, e a placa comemorativa visual deste post foi desenvolvida recentemente por meio de Inteligência Artificial (IA) para modernizar e homenagear os nomes presentes no documento original.
 
 
O documento histórico comprova a participação ativa da família Tavares de Lima na criação do Monumento das Tabocas (o Anjo da Vitória), localizado na Praça 3 de Agosto em Vitória de Santo Antão - PE.

O ex-prefeito da cidade, seu pai, o Major Manoel Tavares de Lima, que tinha acabado de deixar o cargo recentemente, deu uma contribuição financeira generosa do próprio bolso no valor exato de 10 mil réis (registrado no sistema monetário de 1904 como 10$000).

Félix Tavares de Lima também consta diretamente na lista oficial de donativos publicada pelo jornal O Lidador em dezembro daquele ano, contribuindo com a mesma quantia expressiva de 10 mil réis para ajudar a financiar a gigantesca obra.

Mas essa foi apenas a primeira lista de publicação, pois houve mais doações expressivas, como a do Barão de Suassuna no valor de 1:000$000 (um conto de réis), o Coronel José Calazans no valor de 20$000 e José Alves dos Prazeres no valor de 5$000. Também houve a participação de pessoas que contribuíram com valores menores, como 2$000 e 3$000, incluindo até um anônimo que fez questão de ajudar deixando a quantia de 3$000.

Essa relevante contribuição não foi apenas financeira, mas um ato de liderança política e social que demonstra o compromisso patriótico da família com a história da Insurreição Pernambucana e da cidade.

A campanha de arrecadação foi um sucesso e o monumento foi inaugurado logo depois, em 27 de janeiro de 1905, com o novo prefeito Dr. Henrique Lins Cavalcanti de Albuquerque e o subprefeito João Tavares de Lima, permanecendo até os dias de hoje como um dos maiores marcos do município.

A estátua de ferro fundido de 2,20 metros que representa o Anjo Gabriel foi uma doação espiritual e material do arcebispo de Olinda e Recife, Dom Luís Raimundo da Silva Brito.

A escultura carrega uma história curiosa, pois foi recuperada do naufrágio de um navio americano em 1878 e adquirida antes de chegar à igreja.

Apesar de a peça principal ter sido doada sem custos, a construção do monumento exigia muito dinheiro da população por três motivos principais:

Engenharia e infraestrutura: era necessário erguer um pedestal gigantesco de alvenaria e granito com mais de 5 metros de altura para suportar o peso da estátua de ferro. Isso exigia a compra de materiais como tijolos, cimento e pedras.

Mão de obra: era preciso pagar os mestres de obras, pedreiros e trabalhadores que construíram a estrutura na praça.

Logística e transporte: trazer uma peça pesada de ferro do Recife até Vitória de Santo Antão exigia o pagamento de frete ferroviário e o uso de carroças pesadas para o deslocamento local.

Por isso, a doação do anjo foi apenas o ponto de partida, mas foi a arrecadação popular registrada nos jornais que viabilizou a construção do marco histórico.
 
 
 
Félix Tavares de Lima: Proprietário no Engenho Barra em 1910.    
 
 
 
Fonte: Almanak Laemmert: Administrativo, Mercantil e Industrial (RJ), Edição de 1910, seção de Administração Municipal. Disponível no acervo digital da Biblioteca Nacional do Brasil.

Este recorte do prestigiado Almanak Laemmert (Edição de 1910), na seção de Indústrias, documenta a forte presença agrária e econômica da família na Zona da Mata pernambucana. Nele, Félix Tavares de Lima (1875 – 1961) consta oficialmente associado à propriedade do Engenho Barra, localizado no distrito de Pirituba, em Vitória de Santo Antão (PE). Filho do ex-prefeito Major Manoel Tavares de Lima, Félix aparece registrado como um autêntico senhor de engenho da região, perpetuando o legado de liderança e o vínculo histórico dos Tavares de Lima com o desenvolvimento e a tradição das lavouras em Pernambuco.
 
 
  
 📸 O Recife de Félix Tavares de Lima na Década de 1920. 
 
 Gazeta de Victória, Ano 01, Edição nº11, 19 de novembro de 1921.
Acervo Hemeroteca Digital Brasileira / Biblioteca Nacional.

   

 

 

Revista de Pernambuco, Ano 02, Edição nº 09, março de 1925.
Acervo Hemeroteca Digital Brasileira / Biblioteca Nacional.

 

Para ilustrar o cenário urbano que cercava o cotidiano de Félix Tavares de Lima, trago este registro fotográfico histórico que retrata a antiga Praça Rio Branco, hoje conhecida como a Praça do Marco Zero, exatamente como ela era naquela década.

Na imagem, vemos dois grandes ícones da arquitetura eclética pernambucana: à esquerda, o imponente Palácio do Comércio (sede da Associação Comercial de Pernambuco) e, à direita, o Banco de Londres.

Os bondes elétricos cruzando os trilhos e o movimento de pedestres mostram o pulsar da modernização urbana por onde Félix circulava.

Poucos anos antes desta foto, em 1921, o aniversário de Félix era celebrado e noticiado nas páginas da Gazeta da Victória. Caminhar por essas mesmas calçadas fazia parte da realidade da sua geração.

Olhar para essa imagem completa e refinada nos permite enxergar a efervescente Recife de um século atrás com os mesmos olhos que um dia a contemplaram.
 
 

Descendentes: 

 

  

CELINA TAVARES DE FIGUEIREDO LIMA. 
Sua partida precoce com menos de um mês de vida deixou uma lembrança eterna de pureza e reflete a difícil realidade da saúde pública rural daquela época.
 

Nasceu no dia 11/03/1904 em Vitória de Santo Antão PE na década de 1900. Foi batizada pelo padre Américo Vasco, tendo como padrinhos Antônio Tavares de Figueiredo e Francisca Tavares de Lima. Ela faleceu na mesma década em Pirituba PE.  




GEORGINA TAVARES DE FIGUEIREDO LIMA


Georgina nasceu no dia 25/03/1905 em Pirituba PE. Foi batizada em Vitória de Santo Antão - PE pelo padre Américo Vasco, tendo como padrinhos seus tios João Tavares de Mello e Helena Tavares de Lima. 


Diante de novas descobertas documentais na plataforma FamilySearch, localizamos a certidão de casamento de sua prima Hosana Tavares de Figueiredo, filha de Francisca Tavares de Lima e Antônio Tavares de Figueiredo. No documento, Georgina Tavares de Lima consta oficialmente registrando exatos 14 anos de idade.

O registro de 1920 em Pombos - PE revela que ela já residia na zona urbana de Vitória de Santo Antão e exercia a profissão de doméstica. Este achado precioso traz também a assinatura de seu pai, Félix Tavares de Lima, que atuou como testemunha de honra no casamento.
 



 
Helena Tavares de Lima.
Irmã de Félix Tavares de Lima.
Madrinha de Batismo de Georgina.
 
 Fonte: Fotografia do acervo particular de um colaborador da família, 
cedida gentilmente para publicação.


  

HENRIQUE TAVARES DE LIMA. 
Jovem comerciante de grande valor e caráter irrepreensível, cuja partida precoce no Rio de Janeiro deixou imensa saudade.

Nasceu no dia 30/10/1902 no Engenho Barra, no distrito de Pirituba, em Vitória de Santo Antão PE. Foi batizado pelo padre Américo Vasco, tendo como padrinhos seus avós Manoel Tavares de Lima e Ana Álvares dos Prazeres. Ele era comerciante, permaneceu solteiro e faleceu no dia 11/12/1939 no Rio de Janeiro, em decorrência de uma tuberculose pulmonar.



  
ETELVINA TAVARES DE LIMA. 
Matriarca de coração generoso, símbolo de dignidade e pilar de profunda união familiar na capital.


Etelvina Lima de Albuquerque (nome de solteira Etelvina Tavares de Lima) nasceu no dia 23/04/1908 em Vitória de Santo Antão PE. Foi batizada pelo padre Américo Vasco, tendo como padrinhos João Manoel de Souza Leão e Julia Moreira Souza Leão. Casou-se com João Luiz de Albuquerque e teve dois filhos: 

Nerogilda Luiza Albuquerque de Menezes (nome de solteira Nerogilda Luiza Lima de Albuquerque): nasceu no início da década de 1930 em Recife - PE e foi batizada em Caruaru - PE, sendo seus padrinhos Félix Tavares de Lima e Iluminata Lopes.

Casou-se com Eduardo Felipe de Menezes e faleceu na metade da década de 2000 em Recife - PE. Seu filho, Eduardo Felipe de Menezes Junior, nasceu em meados da década de 1950 e faleceu no início da década de 2000, ambos em Recife - PE.

Jorge Lima de Albuquerque: nasceu no início da década de 1930 em Recife - PE. Casou-se na mesma cidade com Esmeraldina Soares de Barros (que passou a se chamar Esmeraldina Barros de Albuquerque). Seu filho se chama Jorge Lima de Albuquerque Junior.




ADALGISA TAVARES DE FIGUEIREDO LIMA. 
Mulher de fibra, nobreza de caráter e exemplo de dedicação às tradições de nossa árvore.

Adalgisa Tavares Bezerra (nome de solteira Adalgisa Tavares) nasceu no dia 29/11/1909 no Engenho Barra, no distrito de Pirituba, em Vitória de Santo Antão - PE. Foi batizada pelo padre Laurindo Douetts, tendo como padrinhos seus tios João do Rego Cavalcante Ferraz e Maria Tavares Ferraz. 

Casou-se com Manoel Lourenço Bezerra (filho de Joaquim Lourenço Bezerra e Joana Francisca de Jesus). Adalgisa faleceu no dia 01/08/1970 em Recife - PE. 


 
 

Maria Tavares Ferraz.
Irmã de Félix Tavares de Lima e Madrinha de Adalgisa.
 
 Fonte: Fotografia do acervo particular de um colaborador da família, 
cedida gentilmente para publicação.

 
 
Descendentes:

Uytamir Tavares Bezerra: nasceu em Recife - PE. Casou-se na mesma cidade com Linete Maria da Cruz (que passou a se chamar Linete Maria Cruz Bezerra). O filho do casal se chama Rodrigo Cruz Tavares Bezerra.

Dalva Tavares Bezerra: nascida em meados dos anos de 1930 na Vila de São Miguel, no terceiro distrito de Bezerros - PE. Faleceu aos 7 meses de idade no mesmo distrito.




NELSINA TAVARES DE LIMA. 
Essência de graça, doçura e pilar de uma das mais belas e tradicionais alianças de nossa história.


Nelsina Tavares de Melo (nome de solteira Nelsina Tavares) nasceu no dia 13/01/1911 em Pirituba PE. Foi batizada pelo padre Laurindo Douetts, tendo como padrinhos seus tios Manoel Tavares de Lima Filho e Maria Tavares de Figueiredo. 

Casou-se em Recife PE com seu primo Antônio Tavares de Mello (filho de Maria Tavares de Lima e Manoel Francisco de Melo). Antônio nasceu no dia 07/12/1889 em vitória de Santo Antão PE. Faleceu no dia 27/04/1982 na capital pernambucana. Nelsina faleceu no dia 09/04/1993 também em Recife - PE. 



Antônio Tavares de Mello e Nelsina Tavares de Lima.
 
 Fonte: Fotografia do acervo particular de um colaborador da família, 
cedida gentilmente para publicação.




Acima: Fotografia do acervo particular com colorização inicial de Antônio Tavares de Mello Sotero, acompanhado por sua esposa Nelsina Tavares de Lima. Abaixo: Recriação digital utilizando ferramentas de inteligência artificial para máxima nitidez e restauração das feições originais do casal. O uso da tecnologia nos ajuda a documentar e preservar a memória histórica da família Tavares de Lima em Vitória de Santo Antão.

 


Os 11 filhos e descendentes de Nelsina e Antônio são:

1) Milton Tavares de Melo: nasceu no início da década de 1930 e faleceu no início da década de 2020, ambos em Recife - PE. Casou-se na mesma cidade com Enilza Soares de Melo. Seus filhos são Marcelo Soares Tavares, Milca Regina Tavares de Melo, Milton Tavares de Melo Junior, Mércio Fábio Tavares de Melo e Marcos Tavares de Melo.

2) Nerícia Tavares de Melo: nasceu no início da década de 1930 e faleceu no início da década de 2010, ambos em Recife - PE. Permaneceu solteira.

3) Aristênio Tavares de Melo: nasceu na metade da década de 1930 em Recife - PE, onde também foi batizado. Seus padrinhos foram o Major Rodolpho Barreto da Fontoura e Terezinha de Jesus Fontoura.

4) Waldenício Tavares de Melo: nasceu em Recife - PE. Casou-se na mesma cidade com Terezinha de Lucena Tavares de Melo. Seus filhos são Lariane de Lucena Tavares de Melo, Laurene Áurea Lucena Tavares de Melo, Lilian Tereza Cristina Lucena e Lynn Cláudia de Lucena Tavares de Melo.

5) Ubirajara Emanuel Tavares de Melo: nasceu em Recife - PE. Casou-se com Ivete Araújo Tavares de Melo. Seus filhos são Ubirajara Emanuel Tavares de Melo Filho, Carlos Aníbal Araujo Tavares de Melo, Antônio Araujo Tavares de Melo, Ana Valéria Araújo Tavares de Melo e André Luiz Araújo Tavares de Melo.

6) Reginaldo Tavares de Melo: nasceu em Recife - PE. Casou-se com Aliete Alves de Oliveira Tavares de Melo. Seus filhos são Carlos Antônio Oliveira Tavares de Melo, Luiz José Oliveira Tavares de Melo, Eleonora Maria Oliveira Tavares de Melo e Paulo Roberto Oliveira Tavares de Melo.

7) Arapoan Tavares de Melo: nasceu em Recife - PE. Casou-se na mesma cidade com Edilene Maria da Silveira Tavares. Sua filha é Mirella Silveira Tavares.

8) Alexandre Tavares de Melo: nasceu em Recife - PE. Casou-se com Vasti Deodósio da Silva.

9) Maria do Perpétuo Socorro Tavares de Melo: nasceu em Recife - PE. Casou-se na mesma cidade com José Trindade do Nascimento.

10) Generoaci Tavares de Melo: nasceu em Recife - PE.

11) Moema Tavares Diniz Barreto (nome de solteira Moema Tavares de Melo): nasceu em Recife - PE. Casou-se com Marcos Antônio Diniz Barreto.


 


 
Jornal Pequeno, Ano 28, Edição nº 7, 11 de maio de 1926.
Acervo Hemeroteca Digital Brasileira / Biblioteca Nacional.


O recorte: uma declaração de amor em 1926.

A nota do "Jornal Pequeno", publicada em 11 de janeiro de 1926, traz uma bela homenagem de aniversário feita por Antônio Tavares de Mello para a sua companheira. O texto demonstra o carinho e a devoção do noivo em uma época de sentimentos expressos com muita formalidade.

Costumes da época: o charme das mensagens de "salve"

Antigamente, as pessoas compravam espaço nos jornais para publicar um "salve". Essa era a maneira mais nobre e pública de parabenizar alguém querido, exatamente como hoje fazemos ao publicar uma foto e marcar a pessoa no dia do aniversário dela.

Linguagem requintada e religiosa: o texto usa termos profundos como "preciosa existência" e demonstra a fé ao citar "preces ao Creador". As declarações tinham um tom solene, revelando o enorme respeito que regeu as relações daquele período.

Duração dos votos: ao desejar que "datas iguaes se reproduzam", o noivo não estava apenas desejando um feliz aniversário, mas sim expressando o desejo de passar muitos e muitos anos ao lado de sua amada.

Curiosidade extra: o perrengue da impressão!

Mas nem tudo foi perfeito nessa homenagem romântica! Naquela época, os jornais eram montados manualmente, letra por letra, em chapas de metal.

Por conta disso, erros de digitação aconteciam e não tinha como editar a publicação depois de impressa. O tipógrafo acabou cometendo uma gafe e imprimiu o nome da noiva como "Enelsina", sendo que o nome real dela era Nelsina! Comprou o anúncio com amor, mas a noiva acanhou-se com um nome novo no jornal...




Família de Antônio Tavares de Melo e Nelsina Tavares de Lima.
 
 Fonte: Fotografia do acervo particular de um colaborador da família, 
cedida gentilmente para publicação.




 

Acima: Fotografia do acervo particular com colorização inicial de Antônio Tavares de Mello Sotero, acompanhado por sua esposa Nelsina Tavares de Lima e filhos. Abaixo: Recriação digital utilizando ferramentas de inteligência artificial para máxima nitidez e restauração das feições originais do casal. O uso da tecnologia nos ajuda a documentar e preservar a memória histórica da família Tavares de Lima em Vitória de Santo Antão.



 
LUIZA TAVARES DE FIGUEIREDO LIMA. 
Símbolo de elegância social, honestidade e exemplo constante de companheirismo e amor ao lar.
 

Luiza Tavares de Figueiredo Lima, nasceu no dia 17/02/1914 em Pirituba - PE. Foi batizada pelo padre Américo Vasco, tendo como padrinhos Joaquim de Oliveira Melo e Maria Monteiro de Oliveira Melo.

Luiza casou-se com Antônio Cadena Bandeira de Melo (filho de José Cadena de Melo e Ermelinda Barbosa de Melo). Antônio falleceu no início da década de 1960 em Recife PE.

Descendentes:

Alfeu Tavares Cadena de Melo: Nasceu em Recife PE. Casou-se com Maria Auxiliadora Gonzalez Cadena. Descendentes: Clarissa Fernanda Gonzalez Cadena.

Sideria Maria Tavares Cadena de Melo: Nasceu em Recife PE.

Siva Cristina Tavares Cadena: Casou-se com Paulo Roberto de Lima. Descendentes: Filipe Tavares Cadena de Lima.

Angela Celi Tavares Cadena de Carvalho (nome de solteira Angela Celi Tavares Cadena de Melo): Nasceu em Recife PE, onde se casou com Uriel Paulo de Carvalho.

Dirceu Rogério Cadena de Melo: Nasceu em Recife PE. Casou-se com Cristina Maria Lima de Andrade (que passou a se chamar Cristina Maria Lima Cadena de Melo). Descendentes: Dirceu Rogério Cadena de Melo Filho e Cláudia Cristina Lima Cadena de Melo.
 



TEREZA TAVARES DE FIGUEIREDO LIMA. 
Mulher de espírito pioneiro e nobreza, que levou com extremo orgulho o nosso sobrenome aos mais altos horizontes internacionais.


Tereza Tavares de Figueiredo Lima. Nasceu em 11/01/1908 em Vitória de Santo Antão - PE. Foi batizada na mesma cidade pelo padre Américo Vasco, tendo como padrinhos seus tios Francisco Tavares de Lima e Josepha Álvares de Lima.

Casou-se com Gastão do Rego Pires. Tereza faleceu no dia 17/09/1961 em Evanston, Illinois (uma cidade vizinha a Chicago),  onde se encontrava em visita a seu filho, o diplomata Doutor Hélcio Tavares Pires. Gastão faleceu em meados dos anos de 1980 em Recife - PE.


 
 
 
Francisco Tavares de lima e Josepha Álvares de Lima.
(Irmã de Felix Tavares de Lima)
Padrinhos de Batismo de Tereza Tavares de Figueiredo Lima.
 
 Fonte: Fotografia do acervo particular de um colaborador da família, 
cedida gentilmente para publicação.



 
Os filhos e descendentes de Tereza Tavares Pires são:

* Helena Tavares Pires: nasceu em meados da década de 1920 em Recife - PE. Casou-se com Írio Lacerda Luz na capital pernambucana e passou a se chamar Helena Pires Lacerda. Írio era filho de Godofredo Egídio Luz e Iracema Lacerda Luz. Descendentes:

Helena Pires Lacerda: casou-se com Elias Saed Cabus. Descendentes: Diogo Tavares Pires Cabus.Viveca Pires Sá Carneiro (nome de solteira Viveca Pires Lacerda): casou-se com Gustavo de Oliveira Sá Carneiro. Descendentes: Jéssica Pires Sá Carneiro.

* Hélcio Tavares Pires: nasceu no final da década de 1920 em Recife - PE. Faleceu no início da década de 2000 após uma longa e brilhante carreira diplomática internacional. 
 
Após aposentar-se do Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) e integrar a diretoria da Associação dos Diplomatas Brasileiros em Brasília, sua histórica jornada encerrou-se, deixando uma biografia de sucesso preservada como exemplo de honra e projeção internacional que enche de orgulho toda a descendência.

 
















 





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A árvore genealógica dos Tavares de Lima de Vitória de Santo Antão - PE e região é mais do que uma lista de nomes e datas. Ela mostra a longa caminhada dos nossos antepassados, repleta de histórias de superação, conquistas e desafios. Esse blog ajuda a manter viva a memória dos nossos antepassados. É uma jornada de autodescoberta que ajuda a compreender quem somos e de onde viemos. É uma forma de valorizarmos nossa história. Ela fortalece os laços familiares e permite uma conexão com o passado. Ao construir e compartilhar uma árvore genealógica, estamos deixando um legado duradouro para as futuras gerações.






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